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terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Crítica: O Artífice do Tempo {Livro}

"Pedras, ossos, melancolia, Marcam os dias passados e futuros. Passam ruínas, segredos e venturas. Para sempre continua a via dos mortos." Provérbio do Primeiro Mundo, Anon, c. 1700

O Livro que vim trazer hoje aqui é "O Artífice do Tempo " escrito pelo autor Niel Bushell publicado no ano de 2015, possui 280 páginas e foi publicado aqui pela Editora Jangada.

Jack não conseguiu salvas todos que queria, mas conseguiu deixar Rouland seu inimigo nocauteado momentaneamente até que ele consiga concluir seus outros objetivos, mas as Paladinas não vão deixar barato, pois elas estão tentando trazer seu mestre de volta a vida e Jack precisara impedir.

Faz tempo que tinha comprado ele, pois tinha gostado muito do primeiro, mas acabei esquecendo ele na estante, agora retomando ainda lembro da história do primeiro e estou gostando bastante.

Amo histórias com viagens no tempo, sempre que vejo que saiu algo nessa temática minha curiosidade fica acessa e foi o que aconteceu com este livro ainda mais por ser uma novidade em viagens no tempo, já que aqui o protagonista viaja no tempo por linhas de necrovias. Outro ponto importante e que é diferente da maioria de livros e filmes que assisti com esse tema é que aqui não encontramos aquele clichê do paradoxo, que é quando você encontra seu outro eu e isso causa alguns problema na linha temporal ou com você, e isso é algo que deixa mais interessante ainda.

Gostei muito deste livro, mas o primeiro ainda foi muito melhor que esse, pois em alguns senti a história enrolada arrastada deixando mais dúvida do que esclarecendo. Não o livro não foi ruim foi bom, mas eu esperava mais dele, pois o primeiro foi muito interessante e uma surpresa gostosinha.

"É verdade que os Reinos Ocultos são uma maravilha para os olhos, mas os rios congelados de Niflheim são um lugar que eu não ousaria visitar novamente. Sobrevivi a muitos perigos nessas viagens, e vi o grotesco e o insidioso, mas nada que tenha testemunhado se compara às Brumas de Niflheim." - Extraído de Sobre a Natureza dos Reinos Ocultos, de Magnus Hafgan.

O livro não é ruim é muito bom, gosto da história dos personagens, mas têm um ponto que preciso comentar que quando cheguei  no meio da leitura lá pela página 160 comecei a encasquetar com a história, o ritmo da leitura foi diminuindo e ficando mais devagar, achei muito enrolado, tentava avançar, mas me irritava pensando que tinham poucas paginas pelas frentes e não entendia como o autor iria ligar os pontos com o primeiro livro ao mesmo tempo que ele precisaria explicar muitas pontas soltas. Pra mim não teria como desenvolver a história sem compreendermos certos pontos e o tempo todo ficava com a sensação que não teria como explicar tudo e concluir a história nesse segundo livro.

No final o autor conseguiu explicar alguns pontos, mas senti que teve uma corrida na narrativa para fechar esses pontos. Enfim a história encerrou, mas ainda me deixou com a pulga na orelha se esse realmente é o fim.

Pesquisei muito para saber se o sentimento que tive no meio para o final da leitura estivesse certo, mas não encontrei um terceiro livro, fui até a página do autor e lá têm um terceiro título de , mas que nunca foi desenvolvido. Agora vai uma dúvida, pra você que conhece "Túneis da Morte", ela é uma trilogia ou duologia?, pois  fiquei com a impressão que teria um terceiro livro, estou errada?

P.s: Resolvi entrar em um projeto de desencalhar livros da estante e este faz parte de um dos livros que tenhi a um bom tempo na estante e que ainda não tinha lido!

Selo de Leitura:

  

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Crítica: A Torre Partida {Livro}

"Holt não entendera completamente tudo o que ele tinha revelado à menina, mas uma coisa tinha ficado clara: para obter as respostas de que Zoey precisava, havia um lugar aonde ela precisava ir - um marco tenebroso no centro das Terras Estranhas chamado A Torre Partida. "

Hoje trago o que achei do livro "A Torre Partida" que é segundo livro da Saga da Terra Conquistada do autor J. Barton Mitchell publicado aqui pela Editora Jangada no ano de 2015 possuindo 472 páginas.

Neste volume acompanhamos Mira, Holt, Zoey e Max a procura da Torre Partida, um marco famoso e sombrio no meio do cenário mais perigoso do mundo: as Terras Estranhas.

Os poderes de Zoey despertam e os alienígenas estão perseguindo-a. Além deles O bando está perseguindo Holt. No caminho para torre muita coisa vai acontecer, as Terras Estranhas começam a se expandir, tornando-se ainda mais poderosas e mortais. E tudo isso de alguma forma, tudo parece ligado à Zoey, e quanto mais perto da Torre mais enfraquecida ela parece ficar.

"- Você acreditou em mim - ela o interrompeu suavemente. - O quê? - Quando ninguém mais acreditou - continuou Mira, olhando para ele. "

Esse é mais um livro que eu li, mas ainda não tinha registrado minha opinião a respeito. O primeiro volume já está registrado aqui e agora estou aqui para falar do segundo. Cabe ressaltar que a história não acaba aqui, têm mais um livro eu ainda não o li, mas logo pretendo ler, assim que a lista de prioridades diminuir.

No primeiro volume da trilogia, algumas perguntas ficaram sem resposta, e isso é um dos pontos positivos desse segundo livro, pois o autor consegue sanar nossas dúvidas e curiosidades respondendo para gente o que ficou lá no primeiro livro.

A narração em 3ª pessoa intercalando os pontos de vista de Mira, Holt e Zoey. Os personagens estão bem escritos, suas personalidades foram bem desenvolvidas. É impossível você não se apegar a eles, como é difícil não ficar na torcida e desejando.

MEUD DEUS, os últimos capítulos são eletrizantes, angustiantes, você fica roendo as unhas querendo entender o que está acontecendo o que vai acontecer. Esse final me deixou surpresa, e com muita vontade de ter logo o terceiro livro em mãos para saber como que as coisas vão continuar.

“Qual é o primeiro dos Pilares, perguntou Gideon? Os Hélices responderam imediatamente enchendo o Cânion com sua voz:  Nós somos o que pensamos que somos!”

Selo de Leitura:

domingo, 1 de setembro de 2024

Crítica: Transcendente {Livro}

"Todos abandonaram o terraço, deixando para trás o altar de mármore negro onde o irmão de Mason, Roth Starling, jazia amarrado e sangrando, alimentando a maldição que lançava num sono profundo toda a ilha de Manhattan. Mason não se importava. Deixem que corram, pensou. Eles são carneiros. Não importam.Tudo o que importava era o Lobo".

A profecia nórdica do Ragnarök está prestes a se cumprir e Mason Starling tem nas mãos o destino do mundo, ela vai precisar decidir se ira causar o fim do mundo ou impedir ele.

Fennrys encontra-se nos pés de Manson a beira da morte e agora Mason precisa agir. Tudo depende apenas das decisões de Mason e Fenn e agora é saber se o desfecho vai acontecer? O Ragnarök vai acontecer?

Enfim terminei de ler o último livro da trilogia Starling, demorei para conseguir comprar ele, mas enfim comprei e o li!

"Roth estava inconsciente; seus braços e seu peito estavam cobertos de cortes superficiais feitos pela lâmina em formato de foice que Daria empunhava. Os ferimentos deviam ter sido dolorosos, mas não traziam risco de vida. Era apenas a maldição que o fazia sofrer de verdade. Assim como fazia sofrer a garota com quem ele compartilhava aquela terrível conexão".

A trama é narrada em terceira pessoa e continua acelerada, ritmo frenético, vários acontecimentos, loucura e caos para todo. Ainda em Manhattan Transcendente começa exatamente onde Descendente parou onde acompanhamos a Maldição do do Miasma sendo lançada em Roth, irmão mais velho de Mason.

Eu amo mitologia adoro ficar lendo contos mitológicos, e encontrar livros que tenham esse tema no fundo da história me deixa muito feliz e com toda certeza se torna um dos pontos que sempre vai me fazer querer ler o livro. Aqui temos a mitologia nórdica de plano de fundo para a história com um pouquinho da mitologia egípcia.

A ambientação e a criação dos personagens estão ótimas. Gostei de todos eles, e de como ela foi desenvolvendo-os. Como havia citado não pensava que um Deus Egípcio, chamaria mais minha atenção que os Deuses Nórdicos, que é a mitologia mais focada no livro. E claro sem contar que da mitologia nórdica Fennrys e Loki são meus favoritos!

Um dos pontos negativos foi que demorei para comprar ele e quando o fiz demorei para conseguir encontrar ele, ai essa reimpressão deixou a desejar, pois veio com folhas brancas o que pra mim é um ponto negativo, já que me deixa com muita dor de cabeça devido a minha enxaqueca. Bom esse é o único ponto negativo do livro.

Eu amei a trilogia eu amei Transcendente  e claro que eu indico a leitura dele. Se você como eu ama mitologia gosta de livros que tragam esse tema, essa trilogia com toda certeza é para você! Não sei muito o que falar. Tenho percebido que não sou boa com as palavras para expressar o quando gostei do livro, então em resumo o que expresso é minha vontade de deixa-los curiosos, e faze-los querer ler a trilogia Starling.

"Você, meu estimado rapaz, é a escolha. E ela, aquela garota maluca, adorável, loucamente apaixonada por você, é a que escolhe. É poético, na verdade. Vá em frente. Façam uma bela música juntos. Ardam com chamas resplandecentes. Brilhem. Desafiem!"

Selo de Leitura:

 

sábado, 27 de abril de 2024

Crítica: Descendente {Livro}

"A morte não me assusta. Eu a conquistarei como conquisto todo o resto."


O Livro que vim trazer hoje é Descendente, segundo livro da trilogia Starling da autora Lesley Livingston, publicado aqui pela Editora Jangada no ano de 2015, possuindo 280 páginas.

Lesley é escritora e atriz, que vive em Toronto, no Canadá. Cativado em uma idade jovem por histórias da mitologia e folk lore, civilizações passadas, e heróis lendários, ela tornou-se um pleno direito Celtic Mythology Geek, rica em histórias do outro mundo, Faeries e Rei Arthur. Lesley passou a ganhar um mestrado em Inglês pela Universidade de Toronto especializado em Shakespeare e literatura Artur.

Sobre o material da capa. A imagem da capa, segue o padrão do livro original. A capa é toda envernizada, a diagramação interna é simples, os capítulos são contados em números romanos, contabilizando no total de 23 capítulos, tendo fonte times, tamanho doze. Não encontrei erros de português, nem de digitação, a revisão da editora está muito boa.

Demorei um pouco para comprar esse segundo livro. A crise esta dificil e comprar livros não está sendo fácil, queria poder conseguir comprar mais, mas nem sempre o que desejamos se realiza, CONTUDO demorou, mas aqui estou eu feliz por ter lido a continuação tão esperada de Starling.

"Não há como apressar uma jornada heroica (...). Deve-se enfrentar os fatos, aceitar os desafios, derrotar os inimigos, responder enigmas, pular através de arcos, dançar conforme a música... Em suma, você joga pelas regras."

Aqui acompanhamos Mason Starling perdida em Asgard desesperada para encontrar a única maneira de voltar para casa é encontrar a Lança de Odin, uma poderosa relíquia deixada por deuses já desaparecidos. Também acompanhamos Fennrys, que tenta salvar a garota que roubou sem coração de um destino terrível, um destino que parece não ser inevitável.

E ai que mora o problema, pois sabemos que a referencia da lança e a de Fennrir, nos faz pensar em nada menos que o Ragnarok. Então é com essa especulação que eu tento deixar vocês curiosos para ler essa trilogia instigante e gostosinha de ler.

Com uma narrativa acelerada, ritmo frenético, vários acontecimentos, loucura e caos para todo lado, um romance de se apaixonar te deixam sem folego do inicio ao fim. E meu deus eu amo o Fenn, estou completamente apaixonada e torço para que ele consiga ajudar Mason e que eles consigam ficar junto, mesmo com o mundo partindo em seus pés.

''O começo do fim... - disse Gummar, voltando a olhar a cidade. - E quem poderia adivinhar que tudo o que seria necessário era que minha filha se apaixonasse?''

Uma das coisas que me fizeram querer ler essa trilogia é a temática de fundo a mitologia nórdica, só por isso eu já estava empolgada quando comecei a ler lá no primeiro livro, e agora aqui nessa sequência esse tema junto com a história de Mason só me deixa mais curiosa a respeito da história não vendo a hora de ter o terceiro livro em minhas mãos para lê-lo logo.

Acabei de compra o último livro da trilogia que se chama "Transcendente ", assim que ler ele estarei aqui dividindo minha opinião sobre ele e assim finalizando essa trilogia.

 Selo de Leitura:

sábado, 24 de janeiro de 2015

Crítica: Lobo Mau {Livro}

"Reinava um silêncio sepulcral, exceto pelo toque abafado do telefone, na vizinha sala de vigilância. Os 24 homens e as cinco mulheres que estavam sentados e em pé diante de Pia não se moviam. Ninguém tossiu, pigarreou nem recuou a cadeira. No rosto do grupo, Pia leu o que ela mesmo sentia: perplexidade, consternação e horror."


Nele Neuhaus é um dos autores do crime mais lidos da Alemanha, graças a seus thrillers que caracteriza a dupla investigação de Oliver von Bodenstein e Pia Kirschoff, recentemente lançado em Inglês, como Branca de Neve tem que morrer. Um residente de longa data das montanhas Taunus, seus romances foram traduzidos para doze idiomas.

Primeiro, quero falar um pouco a respeito do trabalho gráfico da editora. Iniciando pela capa, ela ter esse lado sombrio, é um dos motivos de me deixar curiosa a respeito da história, e também me deixa com pensamentos positivos. Gosto de como a editora, trabalha as imagens, e escolhas para as capas. Também gosto dos títulos, e suas ligações com a parte gráfica. Mas a parte que mais deixa você apaixonado, querendo ter nem que seja só por ter o livro na sua estante, é o trabalho de diagramação interno. OMG o que falar a não ser belíssimo, bem elaborado? Os pingos de sangue que acompanham o tento na numeração de páginas, quanto a quando o dia muda, me agradam bastante. 

O Livro contém epilogo e prologo, e a narrativa, é contada, como se fosse em um diário, cada novo 'capítulo' (se assim posso chamar), é contado em dias, começando numa Quinta feira 10 junho de 2010 e terminando num Sábado 3 de julho de 2010. Ao total, o livro possui 496 páginas, que quando menos você perceber, você as terá devorado.
Assim que recebi o livro, comecei a ler ele, só parei pra me distrair um pouco com um drama, e logo voltei para leitura, que a cada novo capítulo me surpreendia positivamente. Esse é o segundo livro que leio da autora, o primeiro foi Branca de Neve têm que morrer, que faz parte da história dos detetives, Bodenstein & Kirchhoff.

A Narrativa, da autora, é muito boa, além de fluir muito bem, ela é bem elaborada/construída. Não têm como o leitor não se prender a cada nova folha, novo capítulo. A autora, conseguir te conquistar muito bem. E não só na narrativa, e temática, mas conforme ela vai progredindo com a história e desenvolvendo seus personagens você vai ficando mais preso a história, querendo solucionar os mistérios logo. Confesso que depois de alguns acontecimentos, eu fui ficando tão curiosa, que não consegui parar de ler, porque queria muito descobrir, como acontece, quem o fez, o porque, entre tantas outras perguntas que minha mente fazia enquanto avançava na leitura.

Ainda não sou uma leitora afinca, deste gênero, mas acreditem que, a cada novo livro que leio com essa temática, faz com que fique mais curiosa, e queira conhecer outros livros do gênero. Mas uma ressalva aqui para Nele Neuhaus, pois dentre os autores que li depois de Clive Cussler, com certeza Neuhaus, se tornou minha autora favorita.

Um dos pontos positivos da narrativa de Neuhaus, que preciso ressaltar a vocês, é como a autora mistura características dos contos de fadas a sua história de suspense policial. Gosto do fato do título, e as semelhanças dos personagens ter essa ligação com o conto, já que sou uma apaixonada pelo tema. Um ponto a ressaltar, que pode tanto ser positivo ou negativo, dependendo de quem lê, é a violência contra a mulher e com crianças, contidas na história. Não que a autora está fazendo apologia, a violência, eu compreendo que para a história que ela criou, foi necessário usar essa temática, o problema se assim posso dizer, é que as cenas são fortes, e pra quem é fraco, esse não é um ponto positivo, pois a autora descreve muito bem, as cenas de violência.

Agora comentando aqui, sobre a leitura, e o que senti, pois precisava dividir com vocês aqui também. Já comentei, pelo Instagram, Facebook. Um dos meus comentários pelas redes sociais foi "OMG tem horas, que suspiro, mas não é de amor é de terror!" O outro foi sobre, ter sonhado em que era uma das vítimas, e gente que sufoco, que medo, que pavor. Não sei vocês, mas eu sonho com muita facilidade e consigo lembrar, deles. E como sou sensível, em temas fortes, ai sim que sonho (na verdade tenho pesadelo) com mais facilidade ainda. E foi assim depois de uma noite de insônia, peguei e continuei a leitura, e quando o sono veio, os pesadelos vieram juntos. Isso significa que a leitura foi boa, mesmo tendo esses momentos repugnantes pra mim ela foi muito boa.

Em resumo, Lobo Mau, me agradou muito mais que Branca de Neve têm que Morrer. Não que o livro tenha sido ruim, mas comparando com essa história, eu não tenho dúvidas em dizer que pra mim ela foi 100% melhor. Eu adorei esse livro, e estou curiosa, pra saber como será a próxima história e como a autora continuara, nos inserindo a essas 'aventuras', (como eu chamo) dos detetives Bodenstein & Kirchhoff.

Por final, quem gosta de suspense policial, com uma trama muito bem desenvolvida, você precisa conhecer Lobo Mau e Branca de Neve têm que Morrer. Acredito que para os apaixonados pelo tema, não se arrependeram de desfrutar da narrativa de Neuhaus.

Selo de Leitura:


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Crítica: Starling {Livro}


"Fennrys saiu para a luz do sol, e por algum motivo aquele simples gesto tranquilizou Manson imensamente. era bobagem, ela sabia, mas pensando bem, nunca tinha o visto em plena luz do dia antes". 


Lesley é escritora e atriz, que vive em Toronto, no Canadá. Cativado em uma idade jovem por histórias da mitologia e folk lore, civilizações passadas, e heróis lendários, ela tornou-se um pleno direito Celtic Mythology Geek, rica em histórias do outro mundo, Faeries e Rei Arthur. Lesley passou a ganhar um mestrado em Inglês pela Universidade de Toronto especializado em Shakespeare e literatura Artur.
Por quase três anos, Lesley hospedado maratonas de filmes de fim de noite semanais no programa de televisão transmitido nacionalmente, a barra de espaços, como o waitron-9000, uma garçonete holográfica brilhante com um conhecimento enciclopédico de obscuro B-movie trivia. Ela também é membro fundador e principal executor com Tempest Theatre Group.
Lesley é um egghead impenitente - um personagem de traço que de alguma forma não interfere com um amor de sapatos e coisas brilhantes. 

Não conhecia a autora, e este foi meu primeiro contato, com seu texto. Em resumo, gostei muito de como a autora, criou sua história, e de como ela levou a narrativa e temática do livro. Lesley Livingston me conquistou, além de querer continuar lendo a trilogia de "Starling", quero conhecer mais outras histórias de sua autoria.

Sobre o material da capa. A imagem da capa, segue o padrão do livro original. A capa é toda envernizada (eu acho que é assim que chama, em corrijam se estiver errada). A diagramação interna é simples, os capítulos são contados em números romanos, contabilizando no total de trinta e quatro capítulos, tendo fonte times, tamanho doze. Não encontrei erros de português, nem de digitação, a revisão da editora está muito boa.

Não lembro de ter lido sobre a trilogia, mas eu sei que ouvi algo a respeito, mas não lembro o que especifico, e nem o lugar que eu vi. Quando terminei a leitura, e fui pesquisar sobre, sabia que já tinha ouvido falar sobre ela, como um Deja vu.
Enfim, como me deparei com o livro. Estava no site do grupo editorial pensamento há procura de lançamentos, e acabei encontrando "Starling", e assim que li sua sinopse, não resisti e fui logo pedindo ele pra resenha. E assim que ele chegou, eu fiquei namorando ele de cantinho, até que não me aguentei mais e peguei-o para ler. Acabei deixando minha outra leitura de lado e só parei quando cheguei no final!

A temática trabalhada, e o uso não somente de uma mitologia, mas várias, agradou-me muito como me deixou surpresa. Isto porque a autora não deixou o leitor perdido, ao misturar inúmeras histórias mitologias ela conseguiu explicar o porque, e de manter o leitor atento e não perdido. 
Como já citei no inicio, sua narrativa me agradou muito. Sua escrita é simples, mas bem elaborada fluindo fácil e rápida. A ambientação e a criação dos personagens estão ótimas. Gostei de todos eles, e de como ela foi desenvolvendo-os. Não pensei que um Deus Egíptico, chamaria mais minha atenção que os Deuses Nórdicos, que é a mitologia mais focada no livro.

Não sei muito o que falar. Tenho percebido que não sou boa com as palavras para expressar o quando gostei do livro, então em resumão o que expresso é minha vontade de deixa-los curiosos, e faze-los querer ler Starling.
Enfim, para terminar, Jangada, não nos deixe malucos e traga o mais breve possível esse segundo livro, pois eu não sei se aguentarei de tão curiosa e ansiosa que fiquei com esse final. OMG O_O

"Mason de repente percebeu, sobressaltada, que ele agora a segurava pelo braço, seus longos dedos rodeavam de leve os músculos fortes e atléticos de egrimista que passavam pelo pulso dela. Ela não sabia se aquele gesta tinha o intuito de tranquilizá-la ou impedi-la de sair correndo".

"_ Estou aterrorizada, Fenn.
_ Eu sei, Mase - ele disse baixinho. _ Ajudaria se eu dissesse que também estou?
Ela torceu o corpo e erguer os olhos para ele.
_ Não, nem um pouco - respondeu, muito séria.
_ Ótimo. Porque não estou. - Ele sorriu. - Nem um pouco".


Selo de Leitura:

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Crítica: O Tempo que Nunca Foi {Livro}

"Eu era Pandora, pensei. E precisava colocar todas aquelas coisas ruins de volta na caixa.”


O livro O Tempo que nunca foi, pertence a trilogia Amber House, escrita pela mãe Kelly Moore, e suas filhas Tucker Reed, Larkin Reed.
Kelly é formanda em Direito e autora bestseller do New York Times. Ela começou a escrever Amber House anos atrás, usando a própria família de inspiração. Quando suas filhas descobriram o manuscrito em seu sótão, elas decidiram trabalhar como um time para reconstruir o livro a partir de uma perspectiva jovem adulta. Tucker atualmente frequenta a universidade do Sul da Califórnia em Los Angeles e Larkin é caloura na universidade. 

O Tempo que nunca foi, é o segundo livro da trilogia Amber house. No primeiro livro eu havia me interessado pelo seu material gráfico, e capa que tinha me instigado muito. Mas em relação a história, esta meio receosa, e com medo de que acabaria não gostando da história, e narrativa das autoras. Um dos motivos era por ter de autoria de três escritoras, pensei que a narrativa não fluiria. Até que me deparei com uma história que me conquistou e fez com que minhas preocupações fossem abandonadas, e deixou-me ansiosa, roendo as unhas querendo descobrir como continuaria a história. Mas essa espera não foi longa, pois como sempre o Grupo Editorial Pensamento, não deixa os leitores na mão, a espera interminável da continuação, e logo lançaram o segundo livro, "O Tempo que Nunca Foi", livro que esperei para matar a curiosidade e que agora estou aqui dividindo com vocês alguns pontos a respeito deste segundo livro.

Eu já tinha gostado, do material gráfico do primeiro livro, como da capa, que havia me agradado muito. Mas "O Tempo que nunca foi", me agradou muito mais na sua capa, me conquistando ainda mais. Vocês não concordam comigo que esta capa esta um deleite? Adorei o efeito do título que em vez de trazer dourado como no primeiro, neste a cor é prata. O trabalho de diagramação, não fugiu do padrão do primeiro livro, a fonte times e o tamanho. Os detalhes dos capítulos, seguem igual ao de "Amber House".

Um dos pontos positivos, é que as capas, não fogem da história. Gosto quando eles combinam a capa com a história, ou quando ela traz algum momento do livro, como aqui em "O Tempo que nunca foi", e "Amber House", em que as capas traz uma a cena final da narrativa. Sobre o trabalho de revisão, o que preciso ressaltar, são pequenos errinhos, que me parecem ser erros de digitação e não lexical.
Sobre a narrativa do trio, como já passei daquela fase que citei sobre ter medo que não flui-se, volto aqui e me deparo com aquela narrativa gostosinha de ler. Ela é fácil, e não parece que foi escrito por 6 mãos. A construção da história, a temática, e a amarração dos nós da história neste segundo livro me agradou, como também os personagens acabaram me conquisto mais ainda nesse segundo livro.

Aqui o tempo está diferente, para os personagens que já conhecemos em Amber House. Sarah, Jackson, Richard e os demais, não tem consciência sobre o porque das mudanças, e de quem as causou. Aqui as autoras, colocaram um ponto forte, em que elas dão o poder a leitor, e não aos personagens. Enquanto eles estão no escuro sem saber, o leitor está a par de tudo a sua volta.
O plano de fundo é outro, agora nos encontramos, em outra época. Aqui a escravidão ainda não foi abolida, e o nazismo toma conta de toda a Europa. A vida social, econômica e também geográfica sofre mudanças, e Sarah se encontra perdida a procura de novas respostas, a procura de concertar um erro do passado, para que então essa horrível realidade da qual ela está vivendo seja corrigida.

O que me conquistou na história, foi o fato da casa ser repletas de segredos, e se assim posso chamar, um personagem constante na história, já que tudo procede ou acontece por intermédio dela. Isso e o mistério envolto das histórias do passado, me deixaram presa a história, fazendo com que o enredo me conquistasse.

Como no primeiro livro, "O Tempo que nunca foi", também deixou-me um pouco perdida, ou em algumas partes, menos empolgada, pois a história parecia não seguir, e ficar estagnada. Mas não é sempre, isso acontece em alguns momentos, não é nada grave para a continuação da leitura, mas são alguns pontos chatinhos que precisava dividir com vocês.

Pra finalizar, o que falar a respeito de "O Tempo que nunca foi", a não ser que foi uma boa leitura, que consegui me deleitar com a narrativa das autoras, e que gostei mais ainda da trilogia nesse segundo livro. E por fim, mas fim mesmo, quando é que as autoras lançaram o terceiro livro, em em em??? Eu fico a espera que elas lancem logo e que a Editora, traga-o o mais breve possível, depois do lançamento lá fora, porque não sobraram unhas a espera dessa finalização!

Selo de Leitura:

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Crítica: As Crônicas de Della Tsang {Livro}


"A escuridão a cercou e demorou um segundo para ela perceber que estava de olhos fechados. Della tentou abri-los, mas a corrente de ar que passava por ela era tão forte que a obrigou a fechá-los novamente." ( Pag. 11)

"Della sentiu cócegas na testa e passou a mão ali para afastar a sensação. Então, as cócegas passaram para as costas da sua mão. Seus olhos se abriram com um sobressalto. As cócegas eram a respiração de alguém, suave e regular." (Pag.124 )


A Capa do livro segue o padrão da série, tendo efeito de 'laminado' (brilhoso) em toda a capa, a diagramação também segue o padrão do primeiro, capitulo simples, separados, letras medianas, folhas amarelas.
Um porém que preciso ressaltar é que a imagem da garota na capa não me agradou, pois ela não tem nada a ver com a Della, que é oriental. As capas originais me agradam bem mais, e combinam mais com a Della que conhecemos. Mas a capa brasileira apesar, desses pontos não deixe de ser bonita.

O livro é bem curtinho, você o lê numa sentada só. A narrativa, de C.C Hunter continua deixando-me inebriada, ela flui muito bem. É fácil, rápida e bem construída. Os personagens ao decorrer da história vão conquistando. Mesmo ambas histórias sendo curtinhas, não tem como não ficar apaixonada e curiosa tanto pelo caminho que a história segue quanto pelos personagens.

A principio pensei que o livro traria apenas o primeiro conto de Della, mas a editora, pegou os dois contos lançados da personagem e juntou num livro só, o que me agradou bastante.

Eu já havia lido Transformada na Calada da Noite, (Turned at Dark) mas não lembrava mais dele, e agora com sua releitura, consegui lembrar e preciso dizer que gostei muito da tradução da editora.
Os dois contos Transformada na Calada da Noite e Salva ao Nascer do Sol, me agradaram muito, mas entre os dois o segundo pra mim foi o favorito, pois adorei ver a relação de Della e Steve. 

Conto, Transformada na Calada da Noite: Quando Kylie Galen chega em Shadow Falls, Della conta a ela parte da história de como ela 'descobriu' ser uma sobrenatural. É essa história que vamos acompanhar neste primeiro conto, em que descobrimos como foi a transformação de Della em Vampira, o que 'ligou' o vírus adormecido e a transformou em uma Vampira, como também ficamos a par de um pouco da sua história com Lee.

Conto, Salva ao Nascer do Sol: Já neste conto, ficamos a par daquela missão citada na série Shadow Falls, (esqueci o exemplar que é citado) em que, Della vai com Steve a procura da gangue de vampiros, que estão a causar desordem e mortes de inocentes. Aqui ficamos sabendo mais da relação da Della e de Steve, e eu amei esse casal.

Os contos só me deixaram com mais saudade ainda da série Shadow Falls. A vontade de reler eles está gigante. Adorei o capricho da edição, como o fato da editora ter trazido os contos de Della para os fãs da série.

Selo de Leitura:

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Crítica: Timestorm {Livro}

"Atirei na tela da TV vários grãos de pipoca (...) enquanto o corpo congelado do pobre Jack afundava no oceano.
-É romântico - murmurou Courtney (...)
-Rose poderia ter dado um espacinho a ele em cima daquela tábua. Meio egoísta da parte dela, não acha?
Courtney riu."


O que Julie Cross fala de si: Eu sou o autor da trilogia sci-fi YA, a série Tempest (Imprensa de São Martinho). Eu também sou o autor do romance contemporâneo YA, Letters to Nowhere. Mas ainda mais importante do que o anterior, eu sou um fã de livros e um ávido leitor / revisor. Tenha em mente, contudo, que uma revisão é apenas a opinião de uma pessoa, uma perspectiva. Meu objetivo é mostrar tanto preconceito em meus comentários quanto possível, porque isso torna mais fácil para você decidir se a sua perspectiva é semelhante ao meu ou diferente. Todos os gostos são diferentes. Eu gosto de livros com emoção e credibilidade. Eu não me importo temas nervosos e pesados. Eu também gosto de humor e capricho. Eu gosto de personagens estranhos em situações estranhas.

Em relação ao material físico, a editora está de parabéns pelo trabalho. Gosto muito das capas da série, como da diagramação. Os agora estão mais quentes, sendo eles vermelhos e laranja. O casal continua na capa junto a imagem do túnel do tempo. Adoreiiiiii, mas não sei nem como explicar o quanto a capa me agradou! A diagramação segue o padrão dos dois primeiros volumes da série. As folhas são amarelas, a diagramação não é simples nem tão requintada, mas têm alguns detalhes que a deixam chamativa e bonita. A fonte é times de tamanho 12 se na me engano, sobre erros de português não encontrei muitos. O livro contém trinta capítulos Mais epilogo, sendo eles separados, mantendo o padrão de abertura de cada capítulo (com a lateral da folha de listas, e nome do capitulo escrito “Capitulo Quarenta e dois” + a data do acontecimento então passado na história, não em todos capítulos, alguns não mostram a data). 

Eu li aos poucos porque não queria terminar o livro numa sentada, queria aproveitar esse ultimo livro, degustando lentamente, para não sentir tanta, falta. Mas nem adiantou muito não, pois terminei Timestorm com saudade e vontade de ler os dois primeiros novamente.
Timestorm é o livro que encerra a série Tempest, sendo ela composta por Tempest (1 Livro) e Vortex (2 Livro). Tem mais um conto da série que quero muito ler, ainda não consegui, mas estou curiosa para ler "O Amanhã é agora".

A narrativa da autora continua bem 'gostosinha de ler', e me parece que neste terceiro volume ela flui melhor ainda. Sendo ela rápida e de fácil entendimento. A história está bem enlaçada com os dois primeiros livros da série, não vi lacunas a serem preenchidas, a autora amarrou os pontos que tinha deixado aberto e encerrou muito bem a sua série/trilogia. Os personagens estão bem construídos, e evoluíram muito bem aqui em Timestorm , o que me vez gostar mais ainda deles. Eles continuam chamativos, carismáticos e prendem a atenção do leitor, deste os principais aos secundários você se apega a todos eles. Encerrando a série ainda não sei se eu tenho um preferido, estou em dúvida ainda. E claro que o personagem principal (Jackson) é quem nos deixa apaixonada, nos prende e faz com que o amamos, mas o Agente Meyer, Adam, Manson, Emily, Black, Holly entre outros são personagens dos quais gostei muito, e isso que não comentei dos demais secundário. Enfim todos eles me conquistaram de alguma forma. 

Pode ser que minha opinião para alguns, possa ser exagerada demais, mas foi o que eu senti ao ler Timestorm. Aqui estão as impressões do que eu achei da história e de como ela me conquistou, desde o primeiro livro até o último. 

Recomendo a leitura dessa trilogia, eu amo ela, com toda certeza sempre vou lembrar dela agora, leia mesmo assim e tire suas conclusões próprias a respeito da série Tempest.


Selo de Leitura:

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