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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Crítica: Manual da Garota Geek

“Ser uma garota hoje em dia é muito mais legal do que antigamente. Além disso, mais mulheres têm se tornado forças reconhecidas na indústria geek que tanto amamos, por isso é tão, tão importante apoiar outras mulheres. Dê uma olhada neste capítulo, apoie todas as garotas e venha sentar-se conosco, amiga”

"Sempre haverá alguém, em algum lugar, que tem algo negativo a dizer. Não dê ouvidos a essa pessoa. Seja forte e confie em você e no que gosta. Contanto que não seja uma assassina serial."


Sam Maggs é escritora e produtora de TV. Apesar de seu mestrado em Literatura Vitoriana, escreve sobre cultura geek e como isso se relaciona com o fato de ser uma garota. Nomeada “Awesome Geek Feminist of 2013”, Sam é uma das editoras da The Mary Sue e faz aparições constantes na MTV, falando sobre cultura pop.

Assim que a editora divulgou a capa, já havia coloco-do na minha lista de próximas leituras, mas a espera do seu lançamento tornou-se tortuosa.

E a editora gente, trouxe mais um manual nerd/geek para nós leitores ou próprios Geeks. O primeiro guia/manual publicado foi "Geek Love", do autor "Eric Smith", do qual eu adorei e muito. Agora a editora traz "O Manual da Garota Geek", de Sam Maggs.

Sobre o material gráfico, e diagramação interna, o que tenho a falar é o seguinte, Ami, amei amei. Desde quando recebi as novidades do que seria lançado. A editora, teve muita atenção aos detalhes, tanto da capa quanto das informações internas. O capricho do livro diz por si só o belo trabalho realizado pela editora.
Como a capa a diagramação interna esta impecável. A fonte é times, tamanho dez, com espaçamento simples, porem a cor da fonte é rocha, e todos detalhes e ilustrações/desenhos contidos no decorrer do livro são roxos também. Só estes pontos já me deixaram empolgada pela leitura.

Como o título do livro já nos avisa, este não é um livro com história (enredo), e sim um manual nerd/geek para se entender o mundo das meninas que como os garotos curtem, quadrinhos, cosplay, jogos entre muito mais assuntos divertidos, que serão abordados no decorrer do livro.

Fiquem atentos para a introdução do livros: “Atenção, humanos! Embora este livro se chame O manual da garota Geek você não precisa ser alguém que se identifica com o gênero feminino para apreciá-lo! Se você se considera um [garoto] Geek, então este livro também é para você. (E, se ainda não se considera, dê uma folheada nele mesmo assim… Você pode acabar se convertendo.) Uma de nós! Uma de nós!”

A narrativa é divertida fácil e esclarecedora para quem quer adentrar ao mundo geek. A construção do, texto está de parabéns, pois percebe-se não só o conhecimento, mas o trabalho de pesquisa para a criação do livro.
No total, o que venho a dividir é que sim, eu curti o livro, mesmo ele não sendo o melhor livro do mundo, ele me divertiu, me desestresso e até me informou de algumas coisas que ainda não sabia, ou não havia ficado curiosa para procurar.

Porém não posso deixar de fazer os seguintes comentários a respeito do livro:
-Para quem não curte manuais, guias, este não é um livro recomentado a você.
-Por mais que seja uma manual, ele não vai te ensinar a ser um Geek. Bom pelo menos eu não o enxerguei desta forma.
-Como sitei esta não não é uma história, então se sta esperando o desenrolar de algo, não vai encontrar.

Agora se, apesar dos pontos você quer ler e conhecer o livro, não perca tempo e pegue o seu tire suas conclusões a respeito do que você achou. Já para você que gosta de guias, curte assuntos Geek, e quer ter mais informações a respeito leia-o.

O Manual da Garota Geek, não é só para os Geeks, mas para aqueles que estão curiosos sobre o tema!

Selo de Leitura:

terça-feira, 2 de junho de 2015

Crítica: Tudo o que você precisa saber sobre a filosofia


Sobre a arte, e diagramação do livro tenho alguns pontos a ressaltar. Sobre a capa, gostei da palheta de cores, e disposição de imagens e informações. Por mais que a capa traga muito informação, pra mim ela não polui, como acontece com algumas capas. Já sobre a diagramação interna, também gostem da disposição de ilustrações e texto. Em relação as escolhas, a editora optou, pela folha branca, fonte times tamanho 10 (pelo que me parece), e separação de texto simples. Não há capítulos, a divisão é feita pelos assuntos. Ex: "Dualismo, Utilitarismo e John Locke (1632-1704)". O livro conta com um sumário, que lhe ajuda a ver os temas, que o livro trás, ai você pode escolher o que mais chamar sua atenção e lê-lo. Sim não precisa fazer uma leitura linear, você pode iniciar pelo filosofo que lhe chamar mais atenção. O livro contém no total, de 222 páginas e foi publicado pela editora gente em 2014.

Filosofia, é algo que sempre me chamou atenção, curiosa sobre. Lembro que a primeira vez que vi sobre o assunto foi quando estava encerrando meus estudos. Naquela época não havia a matéria, mas o professor de história, nos fez conhecer um pouco a respeito. Após este instante, o que conheço foi por curiosidade, não estudei e nem me aprofundei nela, mas então ao iniciar a faculdade, o que acontece, fico a par de pontos relacionados a filosofia que até então não tinha visto ou compreendido.

Assim que recebi as divulgações da editora, me deparei com esse livro, mas ainda havia outro que queria ler primeiro então esperei para pedido, na próxima vez. Logo estava com ele em mãos, e assim que o correio me entregou comecei a lê-lo. 

O livro é muito bom para quem quer conhecer a filosofia, como para aqueles que estão estudando e querem um livro mais simplificado, com uma compreensão mais fácil, vai encontrar aqui no livro "Tudo o que você precisa saber sobre a filosofia". Mas fique sabendo que o livro é um resumi simplificado, é como se fosse um almanaque, como o livro mesmo chama "Guia", para quem quer iniciar, sua curiosidade ou estudos sobre a filosofia.

Um ponto que quero deixar aqui anotado, é que ele não é daqueles livros que: pronto você senta e só consegue parar quando ver o fim. Não mesmo, esse é um daqueles livros que você precisa degustar aos poucos. E foi assim que o fiz, fui lendo aos pouquinhos, de tanto em tanto e por isso acabei demorando uma eternidade para lê-lo, mas pelo menos valeu e muito a pena, fazer a leitura assim, caso contrario, eu não teria aproveitado o texto e não gostado dele, já que é um conteúdo mesmo que simplificado, mas 'difícil' de ler.

Sobre recomendar ele ou não. Bom não tenho feito isso nas minhas resenhas, pois penso que o "recomendar" carrega muito significado então o que tenho feito, é pedir a você leitor, que se ficou curioso, é um assunto que te chama atenção, leia o e tire suas próprias conclusões a respeito.


Selo de Leitura:


domingo, 29 de março de 2015

Crítica: Os filhos de Odin

"Eu transformarei esse conhecimento que tenho em sabedoria - disse Odin. -, para que as coisas que vão acontecer sejam mudadas da melhor forma."

"O corpo estava em chamas, exceto o coração. E Loki, em sua fúria, pegou o coração da bruxa e comeu. Oh, negro e terrível foi em Asgard o dia em que Loki comeu o coração que as chamas não podiam devorar"



Antes de dialogar com vocês sobre o que achei do livro (narrativa/história) quero falar um pouco sobre o autor, capa e diagramação.

Sobre o Autor: Padraic Colum, é um autor irlandês que nasceu em 1881, e viveu 91 anos. foi um poeta, romancista, dramaturgo, biógrafo e pesquisador do folclore irlandês. Foi uma das figuras-chave da Renascença Céltica. "Os Filhos de Odin" (título original: Children of Odin: Nordic Gods and Heroes), foi traduzido neste ano de 2015 aqui no Brasil, por Santiago Nazarian e publicado pela Editora Única.

Sobre a Capa: A capa que a editora criou é bonita e chama a atenção dos fãs dos quadrinhos e de quem assistiu os filmes, mas ela têm muitos poréns, tais como: O fato das chamadas, as mensagens que chamam atenção do leitor não estareis viáveis com os conteúdos, pois aqui o recado é o seguinte "Os mitos que deram origem aos quadrinhos e filmes da Marvel". Não é bem assim a história da Marvel não segue a mitologia rigorosamente, ela apenas se inspirou na mitologia nórdica. Como eu disse eu gostei da capa, mas ela me remete a um conteúdo diferente do que é o livro traz. Digo isso, pois quando bati de cara com a capa de "Os Filhos de Odin", a impressão que tive é de que se tratava de um livro inspirado na mitologia nórdica, que a narrativa traria esse tema de plano de fundo para a história, e não de que na verdade se tratava de um livro sobre a mitologia, com contos nórdicos. Então ao meu ver, as chamadas e as capas deveriam ser outras. Eu não odiei a capa, mas como amante da mitologia, desejaria que a capa deste livro que por sinal é magnifico tivesse, algo que fosse melhor, mais cabível, se me entendem. Para finalizar, se a capa tivesse a imagem ou ilustração de uma Yggdrasil, a ela seria PERFEITA!

Sobre a diagramação: A Editora Única, como sempre só tenho elogios a respeito, pois desde a parte da revisão lexical, aos detalhes internos do livro, a editora, mantém uma linha muito caprichadinha e agradável aos olhos. Aqui em "Os Filhos de Odin", a editora manteve o capricho. No interior encontramos o livro dividido em quatro partes, sendo elas: Parte I - Os habitantes de Asgard, Parte II - O Coração da Bruxa, Parte III Odim, o andarilho e Parte IV - A espada flamejante e o crepúsculo dos deuses. A fonte é times tamanho doze, a separação de texto é padrão, não há capítulos, como disse o livro é dividido em partes e em cada partes, há um número de contos, e cada conto tem seu título especifico. A abertura de cada um segue pelo título grande, logo abaixo a primeira letra que inicia a narrativa do conto recebe uma fonte diferenciada da do resto do texto. Isso se segue em todos os contos.

Enfim, sobre o que eu achei do livro: Eu já falei que sou apaixonada por mitologia? Se não falei vamos lá! Desde a época de escola, em que comecei a ouvir sobre mitologia, fiquei encantada, e desde então sempre estou procurando mais sobre. Mitologia Nórdica e Egípcia, eram a que menos tinha informação, agora me falta saber mais da Egípcia, pois com esse livro consegui adentrar mais ao mundo Nórdico.
Os contos, são ótimos. A narrativa é rápida, e fácil de ler, quando você perceber terminou o conto. Os contos são curtos, não são extensos, e com isso você nem percebe quando termina o conto e o livro.
Não sei se falei o suficiente, mas espero que se você como eu ama mitologia, ou quer saber mais a respeito leia "Os Filhos de Odin". Conheça e tire você a sua opinião a respeito do livro.

Curiosidades sobre Freya:
-Filha de Njord um mítico rei da Suécia e Skade (Skadi), o deus do mar, e irmã de Frey, ela é a deusa da sexualidade, da sensualidade, da fertilidade, do amor , da beleza, da atração, da luxúria, ouro , guerra e morte, da música e das flores .
-Os felinos são sagrados para Freya, assim como os corvos e os lobos para Odin.
-Freya compartilhava os mortos de guerra com Odin. Metade dos homens e todas as mulheres mortos em batalha iriam para seu salão Folkvang.

Selo de Leitura:

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Crítica: 365 dias de inspirações filosóficas

"Somos um fluxo de vivências, o resultado das emoções que vão se acumulando e formando o que somos. Cada tempo tem o seu significado". (Janeiro/26)

"Pobre daquele que não se deixa sonhar. Que fecha os olhos e dorme sem a perspectiva do amanhecer. Não acorda nunca e a alma permanece povoada de escuridão. E, então, a angústia, o enclausuramento, o abandono dos ideais."(Junho/05)

"Os sonhadores contagiam, porque não desanimam jamais. A jornada é espinhosa, mas as flores nunca deixam de fazer parte da paisagem" (Setembro/02)

"Há uma criança que brica em mim todas as vezes que me lembro dela. Que ri quando a alimento, que me conduz quando permito. Quando estou amargo, desesperado, ela aguarda. E eu perco. O melhor, melhor mesmo, é que ela nunca desiste de mim"(outubro/31)


Chalita é doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica; mestre em Direito e em Ciências Sociais e graduado em Direito e em Filosofia. Atuou em diversas ONGs – entre elas, a Juventude Latino-Americana pela Democracia (Julad) – e deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Foi secretário da Juventude, Esporte e Lazer e, posteriormente, secretário da Educação do Estado de São Paulo, além de presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos. Em 2008, elegeu-se vereador da cidade de São Paulo, destacando-se como o mais votado do Brasil. Atualmente, exerce o primeiro mandato como deputado federal (PMDB–SP), tendo sido eleito com mais de meio milhão de votos.
Chalita é também professor dos cursos de graduação e de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC–SP), da Universidade Presbiteriana Mackenzie; palestrante nas áreas de educação, de filosofia, de ética e de relações interpessoais e membro da Academia Brasileira de Educação e da Academia Paulista de Letras. (Informações colhidas do site do autor)

Conheço o autor, por causa, das aulas de filosofia, da qual foi escolhido um dos seus livros para estudarmos. Depois dessa experiência, com o autor essa é a minha segunda vez lendo algo dele. E depois de um intervalo bem grande, e de uma narrativa diferente, entre um e outro, o que posso dividir com vocês, é que tanto quanto um quanto o outro me agradaram.

Poderia ficar falando um bom, pocado apenas do trabalho gráfico que a editora fez com esse livro, mas vou tentar resumir o melhor que eu posso. Quero tentar coloca rum pouco em palavras o capricho da edição e como me senti ao recebe-lo.
Na caixa, que acompanhou o livro, que pra mim funcionou como uma capa, a editora deixou como sinopse a seguinte frase: "Neste livro, com mensagens motivacionais para cada dia do ano, Gabriel Chalita o levará a refletir sobre os mais diversos aspectos da vida, da felicidade e do amor". 
Ahhh a caixinha esta personalizada, com a imagem da capa (ou primeira folha), do livro. Dentro da caixinha, havia o livro, que foi uma surpresa, pois seu formato é inusitado, ele vem no modelo de um calendários, com mola, e suporte para deixa-lo como um calendário na sua mesa/estante. Cada mês recebe um tipo de coloração, (efeito nas folhas) do outros. Há o nome do mês, e há a contagem em números em cada folha, bem conforme o calendário, e em cada dia há uma frase/poema para o dia.

Este é um livro que não tem muito o que falar, o que torna mais difícil, pelo menos para mim, tentar expressar como foi que me senti. Mas tetarei colocar alguns pontos a respeito do livro.
Abaixo tentei separar algumas das frases, que mais me agradaram. Tem outras mais, mas ai eu ficaria a colocar todas aqui, em vez de dar minha opinião a respeito do que achei do livro todo.
Tentando colocar em pontos, O material, e a revisão estão muito bons, a escolha do designer do livro, formato ambos recebem 5 estrelinhas. Em relação as frases escolhidas, algumas eu achei pequenas demais, e com pouco significado, perto de outras, que tinha muito mais significado, ao meu ver é claro. Outro ponto, é que eu esperei um pouco mais do que foi. Não que o livro tenha sido ruim, pois não foi, mas eu estava na expectativa de bem mais. Entendem?

Para encerrar, 365 dias de inspirações filosóficas, ajudou a me inspirar,e agora depois de lido ele está aqui me acompanhando em cada dia, com uma nova inspiração, uma nova frase para começar o dia bem.

Selo de Leitura:

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Crítica: Dark House

“Havia algo estranho nesse lugar, algo vagamente familiar. Revirei meu cérebro tentando reconhecer algo mais tangível, mas nada veio à mente. Apesar do vento da costa, que então entrava livremente, havia uma quietude densa no ar. Era estranhamente atraente e muito sobrenatural”


A frase de 'chamada' do livro, já me empolgou bastante para sua leitura! "A única coisa mais assustadora que lidar com os mortos é lidar com nós mesmos."

Karina Halle é um ex-escritor de viagens e rock jornalista de música e os EUA. Hoje autor best-seller de amor, em Inglês, The Artists Trilogy, Experiment in Terror e outra selvagem e romântico lê. Ela vive em uma casa de 1920 em uma ilha bucólico largo da costa da Colúmbia Britânica com seu marido e seu filhote de cachorro de resgate, onde ela bebe muito vinho, caminhadas um monte de trilhas, e devora um monte de livros.

E eu que não queria pegar mais séries gigantescas, não resisti a sinopse e capa de Dark House. Ahhh pessoal, preciso dividir com vocês que quando fui pesquisar mais a respeito sobre "Experimente o terror", fiquei com o meu 'a não série grande de novo'. Não é que eu não goste de séries, e também hoje fica difícil encontrar algo que não seja série, mas minha opção por tentar evitar é que tenho tanta série pendurada no vermelho que tenho que comprar e ler, que por mais na lista não era algo que eu queria. Mas vamos deixar de reclamar e começar a falar do que interessa.
Primeiro quero falar a respeito, do material gráfico e de diagramação do livro. Começando pelo trabalho gráfico, que capa linda, não sei por em palavras o quanto eu amei essa capa. A editora caprichou muito nesse livro, e posso dizer que entre os livros da Editora Única, Dark House está com o livro com a capa favorita com toda certeza. Adorei a ilustração, o trabalho da imagem com as nuvens e os pássaros. A diagramação interna está tão caprichadinha também
Os trabalhos gráficos e de diagramação estão cada vez melhores, sem esquecer o trabalho de revisão de texto que também está caprichadinho.
Dark House, não só por seu título e sinopse que me deixaram curiosos, mas também essa capa com esse farol 'assombroso', me deixou com arrepios. Adorei o trabalho de capa, e dentre as demais que encontrei a brasileira pra mim foi a melhor versão. Além do belo trabalho gráfico o trabalho de diagramação aqui também está um capricho que si só. Sabe aquelas folhas de incio, elas estão todas pretas o que deixa o livro com um ar 'sombrio', depois os capítulos recebem uma marcação (tipo marca texto) em uma linha, esta a que inicia sempre a narração. Os capítulos são separados e contam no total com dezoito capítulos. A fonte é times o que me parece tamanho treze, com um bom espaçamento de linhas.

Dark House conta a história de Perry Palomino, uma garota de 22 anos, que teve uma vida complicada, passando por problemas psiquiátricos, ao fato de se envolver com drogas. A típica adolescente problemática, até então. Mas o problema é que Perry sempre teve pesadelos, acho que posso chama-los de lúcidos, e essa é a causa de se consultar inúmeras vezes com terapeutas e psiquiatras. Tudo muda na vida de Perry quando ela decide visitar seus tios, e explorar o farol, que pertence a propriedade dos seus tios. Nessa "visita", ela conhece Dex, um cineastra que está sempre a procura de histórias cabulosas para seu programa. É nesse encontro que Perry, deixa de lado sua rotina/vida monótona, para assim dizer se aventurar com Dex, e desvendar o segredo do Farol.

A narrativa, é contada em primeira pessoa pela protagonista Perry. A autora consegue manter um bom fluxo, nos deixando presos a história e devorando um capitulo após o outro. A construção, da temática e dos seus personagens está bem caprichadinha, gostei muito de como ela foi levando sua narrativa.
Sobre a temática que a principio, pensei ser o mote, principal, mas não foi que foi o 'terror', eu esperava bem mais terror do que foi, pensei que ficaria com medo, com muito medo, mas pelo contrario tomeis apenas uns sustos, assim dizendo.

Em totalidade eu gostei muito deste primeiro volume da série "Experimente o terror", e estou curiosa para o segundo. Como também estou curiosa para saber, como a autora vai continua a história de Dark House, como estou curiosa para saber como ela vai continuar a desenvolver os personagens, e como ela continuara nos causar arrepios.
Ahhhh, já esbaldei-me falando o quanto amei a capa do livro, mas não havia comentado que na minha pesquisa a respeito da série me deparei com duas capas americanas (se não me engano) de Dark House, e convenhamos a nossa capa deu de 10 a 0 nelas, não? Além de passar um ar mais sombrio a ilustração está muito mais trabalhada/caprichada. Mas e vocês o que acharam?


Selo de Leitura:



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Crítica sobre: A Evolução de Calpúrnia Tate {Livro}

"Um dia eu teria todos os livros do mundo, prateleiras e mais prateleiras deles. Viveria em um torre de livros. Leria o dia todo e comeria pêssegos. E, se algum jovem cavaleiro de armadura ousasse gritar em seu cavalo branco, me pedindo que soltasse o cabelo, eu o bombardearia com caroços de pêssego até que fosse para casa."

Jacqueline Kelly nasceu na Nova Zelândia e se mudou com seus pais para o Canadá ocidental em uma idade precoce. Ela cresceu nas florestas densas da ilha de Vancouver, então você pode imaginar o choque, alguns anos mais tarde, quando sua família mudou-se para o deserto de El Paso, Texas. Ela frequentou universidade em El Paso e escola de medicina em Galveston (carinhosamente conhecido como "Galvatraz" entre os presos). Ela exerceu a medicina por muitos anos e, em seguida, estudou na Universidade de Texas School of Law. Ela exerceu a advocacia por mais alguns anos antes de perceber que o que seria realmente fazê-la feliz é escrever ficção. Seu primeiro conto publicado apareceu em 2001, no Mississippi avaliação (uma de suas mais orgulhosas realizações). Seu romance de estreia, The Evolution of Calpúrnia Tate, foi lançado por Henry Holt em 12 de maio de 2009 (outra de suas realizações mais orgulhosas).

Fiquei simplesmente de boca aberta quando o livro chegou. Se já tinha amado ele, quando eu o vi online, imaginem quando eu o peguei em mãos, e nossa gente ele, é lindo e muito bem trabalhado, que fica difícil colocar aqui o quando a editora caprichou na editora. Sem sombra de dúvidas A Evolução de Calpúrnia Tate entrou na lista de um dos livros da minha estante com a capa mais bela.
E a diagramação interna esta tão bela quanto o trabalho interno. Ah fontes diferenciadas, não sei o nome delas, mas a da narrativa é times, tamanho o que me parece 13/14 e com separação de texto. Ao total são vinte e oito capítulos, sendo eles separados. Pra terminar de descrever o material do livros, preciso ressaltar que não tem como por ele em palavras, a não ser dizer belamente caprichado. A Editora única a cada lançamento seu, vem me surpreendendo bastante não só no capricho das edições, mas nas boas escolhas de títulos que ela vêm trazendo.

Calpúrnia Tate é a única menina que constitui com seus sete irmãos. Tate é a irmã do meio, com três mais irmãos mais velhos e três mais novos. Além de Tate ficamos conhecendo seu avô, um veterano de guerra, que graças a sua boa opinião empreendedora, conseguiu deixar sua família com uma boa condição de vida, e assim sem preocupar-se, com a família, ele passa a dedicar a sua verdadeira paixão que é a ciência da natureza.
É Calpúrnia Tate, que vai narrar a história. Ficamos a par de sua opinião inicial de um avô, mal humorado/ranzinza, que não demostra amor a família. O fato de ter seis irmãos e ser a única menina entre eles, a deixa insegura, Calpúrnia Tate chega a pensar que nem seu nome seu avô Capitão Tate, não o sabe. Com o passar da leitura Tate vai descobrindo os mistérios da natureza a sua volta, que a deixa cada vez mais interessada e curiosa a respeito dos seus segredos. E é esse amor pela natura e ciência que unira avô e neta.

Sim, eu só quis ler A Evolução de Calpúrnia Tate, a princípio por causa, dessa capa apaixonante. Capas com certeza me conquistam e me deixam a fim da sua leitura.
Sabe quando a capa te conquista, a sinopse te deixa curiosa, mas você fica receosa com medo do livro não ter uma história tão boa, quanto a sua 'suposição'. Bom eu tive elas, fiquei a pensar que a história de A Evolução de Calpúrnia Tate não me conquistaria, o que foi bom. Sabem porque? Por mais que tenha caído de amor pela capa e gostado da sinopse, não iniciei a leitura com a expectativa lá no alto, fazendo com que Calpúrnia Tate, me conquistasse e até surpreende-se em muitos momentos no decorrer da leitura.
Não pense você que A Evolução de Calpúrnia Tate vai discutir ciência, pois não é disso que se trata do livro. É claro que ele vai trazer componentes científicos, mas a história, o foco é a evolução de Calpúrnia Tate, em relação a sua família e sua própria vida.

Esse é o primeiro livro que leiro da autora, Jacqueline Kelly. E como primeira leitura gostei muito da história que a autora nos presenteou, e sim queria ler outra história sua. A narrativa de Jacqueline Kelly é muito gostosinha, ela te prende e te conquista gradativamente. Não tem como não se encantar com sua história, e os ricos detalhes que completam a sua narrativa. Já em relação aos seus personagens o que falar se não, o fato de que eles estão bem construídos, descritos, o que se enxerga no decorrer da evolução de Calpúrnia Tate.

O livro fechou a história direitinho sem lacunas, sem pontos baixos, a altora sobre conduzir e amarrar todos os nós da sua narrativa, conquistando o leitor e o deixando com saudades quando termina suas últimas páginas.
Por fim o que falar sobre A Evolução de Calpúrnia Tate. Gostei muito da história, ela foi conquistando meu coração aos pouquinhos e quanto cheguei ao final, terminei-o com um suspiro de uma boa leitura realizada.
Se você como eu, ficou curioso com a sinopse, se encantou com com a capa, não deixe de conhecer a história de Calpúrnia Tate.
Selo de Leitura:

domingo, 3 de agosto de 2014

Crítica sobre: Geek Love {Livro}

"Porque uso a tecnologia como uma ferramenta, não como uma muleta"


Geek Love, foi lançado neste ano de 2014 pela Editora, sendo ele de autoria de Eric Smith é cofundador da Geekadelphia, um blog popular na Filadélfia que aborda todo o universo nerd. Em 2011, participou da criação do The Philadelphia Geek Awards com Tim Quirino e a Academia de Ciências Naturais. Eric é bacharel em Inglês pela Universidade de Kean e mestre em Inglês pela Universidade de Arcadia, duas escolas que ele adora. Nativo de New Jersey, ele atualmente vive na Filadélfia. Você pode encontrá-lo no Twitter em @ericsmithrocks e @geekadelphia .

Sobre o trabalho gráfico da editora, o que falar a não ser "parabéns Editora Gente". O capricho tanto de capa (mantendo a original), acabamento e material interior, o que falar, a não ficar no "ohhhh". Gostei muito dessa atenção, e capricho que a editora fez em Geek Love. Falando na diagramação, há folhas, brancas, pretas há coloridas, com inúmeras ilustrações. A fonte parece ser arial, tamanho nove ou dez, não tenho muita certeza sobre, mas é o que parece ser. Os capítulos estão divididos em," Escolhendo seu personagem: a jornada começa".; "Que o jogo comece! Planejando sua rota pelo reino do namoro; "Fazer ou não fazer, não! Chamando-a para sair"; "Pronto, Player 1?preparando-se para o encontro"; "Primeiro contato: o encontro!"; "Além da cúpula do trovão: o dia seguinte e além"; "Nível do chefão: namoro geek avançado". Geek Love, não traz uma história defenida, mas sim explora o mundo dos jogos e dos Geeks/Nerds, criando assim digamos uma manual pra se conseguir a namorada que todo geek deseja.

A narrativa do autor é divertida e de fácil entendimento, a construção que ele cria para seu texto está de parabéns, pois percebe-se não só o conhecimento, mas o trabalho de pesquisa (isso se ele fez,haha) para criação de Geek Love.
Um ponto interessante de se comentar, é de que o livro não traz apenas referencias de jogos, mas também de filme, séries etc.
Não é que ele seja o melhor livro do mundo, ou que você vai rir litros com ele, mas Geek Love é um livro, quem gosta de assuntos Geek/Nerd para os apaixonados por vídeo games esse é uma ótimo livro para passar aqueles momentos de tédio. Mas que também fique claro que Geek Love, não é aquele livro que você senta pra ler, e só quer parar quando chegar o fim, acredito se fizer isso com Geek Love vá se entediar, pois pra mim ele é um daqueles livros para se ler aos poucos, intermediando com outras leituras.

Se for pelo trabalho de diagramação, o livro merece cinco estrelinhas de certeza, mas por mais que a temática me atraia bastante, a história não flui como pensei que fluiria, e com o tempo até ficou um pouco cansativa, sendo assim um ponto negativo para o livro, que apesar disto no final acabou me agradando na sua totalidade.
Um leitura não só para os Geeks, mas para aqueles que estão curiosos. Não que você vá entender tudo com esse livro sobre os Geeks, mas com certeza vai se divertir com a escrita do autor.

Selo de Leitura:

domingo, 22 de junho de 2014

Crítica sobre: Enquanto eu te esquecia {Livro}

"E essa era a pior parte de tudo aquilo. Ela não sabia quem ela conhecia, ou se conhecia alguém. Não sabia se alguém a amava, contava com ela, ou sentia sua falta."


Enquanto eu te esquecia, foi lançado aqui no Brasil pela Editora Única, sendo ele de autoria de Jennie Shortridge, autora de quatro romances best-sellers: Quando ela voou, Love & Biologia no Centro do Universo, Comer Céu, e Andando com a Rainha. Ela é um voluntário ávido e mentor, e é co-fundador da Seattle7Writers.org, um coletivo sem fins lucrativos, de autores que arrecada dinheiro e a consciência para a alfabetização. 

Capa Linda não? Título instigante, não? Bom eu adorei ambos, e eles foram motivos de querer ler o romance de Jennie Shortridge. A escolha da imagem da capa, os tons foram pontos favoráveis no livro, a diagramação interna está simples, mas bem caprichadinha, fonte times, tamanho doze, um bom espaçamento de texto, de tamanho o livro é mediano, mas o que me chamou atenção que por ser pequeninho e grossinho ele é muito leve e gostosinho de pegar. Ao total são trinta e sete capítulos, fechando em 379 páginas.
Quando o livro foi anunciado fiquei empolga, pois o título havia chamado toda minha atenção, não via a hora de pegar o livro e ler, mas assim que o recebi e comecei a ler, a situação se inverteu e Enquanto eu te esquecia acabou sendo uma leitura demora e não atingindo ao nível de empolgação da qual estava no começo.

O livro é narrado através da visão de três personagens: Lucie, Grandy e Helen, sendo ele focado na história de Lucie Walker, que acorda na praia de São Francisco em um dia frio, sem nenhuma memória, nada de sua vida, nem uma lembrança mais antiga, nada além de nada. Encontrada e encaminhada ao hospital onde a reconhecem, Lucie começa a 'digamos' rescrever sua vida, e tentar lembrar suas memórias. Emfim o livro me conquistou pela capa e título, mas não pelo texto. (triste).
A autora mantém uma narrativa rápida, simples e de fácil compreensão. A narração é em terceira pessoa, sobe pontos de vistas diferentes, onde somos apresentados aos poucos a cada personagens central da sua história, de Lucie como Grandy e Helen, personagens essenciais ara a trama.
Infelizmente, as lacunas, as perguntas sem respostas, são pontos que deixaram o livro pra mim com pontos negativos. Têm horas que a autora perde muito a mão na história deixando o leitor ao réu, como se sua história não tivesse um começo, meio e fim bem amarados. Outro ponto a ressaltar é que a autora poderia ter trabalhado muito melhor a trama da história, como disse o título é muito bom, a sinopse chama atenção e a história teria tudo pra ser muito melhor se a autora não tivesse deixado tantos porquês no decorrer do seu texto.

No Skoob eu dei quatro estrelinhas, pois lá não tem meia estrela. Em fim esse foi um livro daqueles que horas eu gostei, horas não. O título havia me chamado tanta atenção e o conteúdo acabou não sendo tudo o que eu esperei que poderia ser.
Sobre a recomendação de Enquanto eu te esquecia, o que quero deixar aqui, que como eu não curti você pode curtir esse tipo de história. Pra mim ela foi água com açúcar, pois esperava mais, mas você que ficou curioso com o livro pode gostar e achar minha opinião toda contraria da sua, estão leia e tire suas próprias conclusões.

Selo de Leitura:

domingo, 6 de abril de 2014

Crítica sobre: Poder {Livro}

(Pág. 61) "Não acho que você devia tocá-la desse jeito - disse Petra enquanto entregava um pequeno frasco do antisséptico natural de sua avó ao caçador. - Ela está dormindo. Você não pode sair por aí tocando garotas enquanto dormem."


Poder é o terceiro e ultimo livro da saga encantadas escrito por Sarah Pinborough e lançado aqui no Brasil pela editora única. Pinborough é uma autora britânica. Seus contos foram publicados em várias antologias e ela também escreveu o décimo volume de Torchwood, Into the Silence, para a BBC Books. Sarah foi duas vezes pré-selecionada para o British Fantasy Award for Best Novel e quando ela não está escrevendo, normalmente pode ser encontrada rindo com os amigos e bebendo vinho, provavelmente com um gato no colo.
O trabalho da Editora Única continua impecável, fantástico. Não tenho nem palavras para explicar o quanto eu amei e continuo amando o trabalho que ela vem realizando com as capas da saga. Depois de Veneno essa é a capa que eu mais curti. Como nos demais, achei muito criativo o marcador descartável na última página do livro. E a diagramação interna o que falar a não ser belíssima.

Poder é uma releitura dos contos de fadas, tendo em foco aqui o conto da Bela adormecida que se entrelaça com o da Bela e a Fera, além de ter outros contos que complementam a história, nestes aparecem novamente o príncipe (dos infernos e nada de encantado), o caçador (vem ni mim), e os novos personagens, chapeuzinho vermelho, a avó da chapéu, o lobo mal (pula de felicidade, quica no chão e uiva pra lua), Rapunzel, Malévola, Rumpelstiltskin (bate palmas), lembro destes se esqueci de mais algum me perdoem.
Definitivamente este é o livro que mais gostei da saga encantadas. Recapitulando os dois anteriores, Veneno foi uma introdução a história mais fraquinha, deixou-me curiosa, mas não tinha me atingido, já feitiço acabou me conquistando mais, além de firmar o meu amor pelo caçador (o homem tchutchuco esse), pra finalizar, Poder foi o livro que fechou a série e esse sim me deixou com gostinho de quero mais, e quando terminei fiquei repassando tudo interligando com os outros livros pra preencher os vazios que eles tinha deixado. (Sim eu sei que os vazios eram necessários no outros). 
Como citei aqui os foco agora é em novos personagens, antes era na Branca de neve e na Cinderela, Agora é na Bela de A Bela e a Fera e Bela Adormecida. Como citei, meu conto favorito sempre foi o de A bela e a Fera, depois Chapeuzinho Vermelho seguido por Rumpelstiltskin, os contos de Cinderela e Bela adormecida não têm muita graça pra mim, mas gostei da roupagem nova que autora deu a eles, como também gostei da releitura da chapéu e do que ela fez com a Bela, eu curti muito o rumo que ela deu a personagens, mesmo com um porem que me irritou um pouco, mas que não posso dividir senão é spoiler.

A Narrativa de Sarah Pinborough, é simples, e de fácil entendimento. Poder é uma leitura leve, e rápida de ser lida. Preciso confessar que eu devorei Poder, que quando cheguei ao finei, fiquei tipo, poxa esse foi como o vento, mas senti a história passar, e quando vi estava finalizando-o. Como nos demais livros a história possui algumas cenas mais quentes, mas nada que eu possa dizer maiores de dezoito, são cenas de sexo, mas sem estarem carregadas na temática sexo.
No final do livro encontramos uma entrevista que a autora concedeu a editora e em umas das perguntas foi: "Então todas as histórias acontecem simultaneamente?" A autora diz que Veneno seria o segundo sendo que feitiço seria o primeiro e enfim Poder fechando a trilogia, já eu vejo como primeiro o livro Poder, mas entendo que se ele fosse o primeiro estragaria um pouco o finalzinho de Feitio, mas se você pegar os recortes da história dos três livros a ordem seria: Poder, Veneno e Feitiço.

Têm coisas que eu gostaria de dividir com vocês, outras opiniões e fatos que aconteceram que ficou perambulando por minha mente, mas se eu o fizer seria spoiler, então o que vou fazer é me aguentar até encontrar alguém para importunar. #Risos 
Não quero me estender muito para que não fique desgastante a quem passa por aqui e leia minha opinião, então pra tentar arredondar minha opinião, o que quero falar é que o livro como os anteriores têm seus pós e contras, você pode gostar como também pode odiar, isso vai depender além do gosto pessoal, como também da boa mão ou não do autor. Procuro colocar sempre minhas sensações, empolgações ou não para que o leitor veja a partir dos meus olhos o que eu achei. Mas meus gostos são meus e nem sempre são compatíveis com todos então se você ler e não achar o que eu achei do livro é compreensível, apenas quero deixar ressaltado que para mim o livro e a trilogia em suma foram leituras agradáveis e conseguiram me conquistar. Não é que Poder, tenha se tornado o melhor livro do mundo, mas dentro de toda minha avaliação, desde capa, história e gosto pessoal o livro não teve como não receber cinco estrelinhas. Enfim Adorei Poder, e só de estar opinando sobre ele me deu vontade de voltar e relar alguns trechos.
A poesia deixada no final com o título 'O Fim... ou é apenas o começo', deixa para o leitor além de algumas dicas, uma pulguinha atrás da orelha 'Acabou'. Bom o que vem na minha mente, Contos de fadas, maldições nunca têm um fim, apenas um novo Era uma Vez!

Selo de Leitura:

domingo, 2 de março de 2014

Crítica sobre: Feitiço {Livro}

(2013. Pag 108) "Nós devíamos ter contado a você. - Rose estava olhando fixamente para o vazio. - Devíamos mesmo. Talvez assim você não tivesse crescido para ser tão má com a gente o tempo todo. Cinderela se virou e saiu correndo. Ela não olhou para trás."


Feitiço é o segundo livro de Sarah Pinborough, traduzido aqui pela editora Única, sendo que ele faz parte da trilogia/saga encantadas. Sarah Pinborough é uma autora britânica. Seus contos foram publicados em várias antologias e ela também escreveu o décimo volume de Torchwood, Into the Silence, para a BBC Books. Sarah foi duas vezes pré-selecionada para o British Fantasy Award for Best Novel e quando ela não está escrevendo, normalmente pode ser encontrada rindo com os amigos e bebendo vinho, provavelmente com um gato no colo.

O trabalho da Editora Única esta impecável, fantástico. Em Feitiço temos o mesmo capricho gráfico da edição anterior. Não tenho nem palavras para explicar o quanto eu amei essa capa, e achei muito criativo o marcador descartável na última página do livro. E a diagramação interna o que falar a não ser belíssima.
Quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada por contos de fadas, eles foram e continuam sendo minha leitura favorita. Então quando descubro um livro com uma nova adaptação deles, imaginem a minha curiosidade a respeito de saber como ficou a releitura! Assim que li sobre esse lançamento da saga encantadas, fiquei tremendamente aguçada para saber o que a autora tinha feito com eles. então recebi Veneno (Lido e resenhado aqui), e agora termino a leitura do segundo livro da Saga Encantadas, e não vejo a hora de ler o próximo. Veneno foi um livro em que fiquei dividida em algumas opiniões conforme a história ia desamarrando, mas Feitiço foi o contrario, gostei do começo ao fim. As dúvidas ou os porquês não sugiram neste livro apenas um "Como vai se no próximo".
Como disse na primeira resenha Veneno terminou de uma forma que precisava de solução. De começo pensei que a autora não contaria em Feitiço o que se sucedeu com Branca de Neve, Já que Feitiço é focado na história de Cinderela, mas a autora conseguiu não só nos contar como intercalar aqueles personagens do livro Veneno aqui em Feitiço. e a conclusão, não achei palavra a não ser "Surpresa". 

E a história de Feitiço como disse trás em foco o conto de Cinderela. Nunca fui fã deste conto de fadas, entre os que li ele nunca foi um "ohhh que lindo", até ler o conto original e assim gostar um pouquinho mais da história. Aqui na saga encantadas, percebi que a autora manteve alguns fatos do conto original, o que deixou essa adaptação mais agradável pra mim. 
A Narrativa de Sarah Pinborough, é simples, e de fácil entendimento. Feitiço é uma leitura leve, e rápida de ser lida, mas não se enganem que a autora consegue nos deixar agoniadas conforme ela vai dando o rumo dos personagens. 
Em Veneno lembro que teve referencia ao conto de João e Maria, o que também aconteceu aqui também, então acredito que teremos um pouco mais deste conto no livro Poder. Estou curiosa pra saber como ela entrelaçara o Conto de João e Maria com os já citados nestes dois livros mais o da Bela e a Fera que é o meu conto favorito, dentre os contos de fadas.
Estou curtindo como Sarah está levando os contos, e mesmo com alguns prós e contras a respeito de alguns fatos, a saga encantadas está me conquistando bastante. Que venha logo Poder!

Selo de Leitura:
Importante!! Pessoal, caso encontrem links com defeitos, avisem por comentário ou pelo e-mail: angelicapinheiropereira@gmail.com, para que possamos arruma-los.