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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Crítica: As Aventuras de Sherlock Holmes {Livro}

Nunca li nada sobre Sherlock Holmes, já assisti a muitas coisas sobre Holmes porém a experiência com a leitura é sempre diferente e apesar de amar filmes e séries, mas não tem como não a leitura e a experiência que a mesma nos deixa.

As Aventuras de Sherlock Holmes é o segundo livro da série lançada pela editora Companhia Editora Nacional, esta recebe as capas da série de TV de mesmo nome Sherlock Holmes, sendo o primeiro livro a ser publicado "Um Estudo em vermelho", há outros livros já publicados pela editora do nosso detetive, mas eu só tenho os dois primeiros.

Não posso esquecer de comentar que a introdução do livro foi feita pelo autor da série (foto da capa), Mark Gatiss.

A principio quando recebi o livro ele não estava nas leituras que queria mais ler, dentre os livros que recebi ele ficou ali de ladinho até que seu momento chegasse, e quando chegou ahhh como foi agradável cada página lida.

É difícil quem não conheça as "Aventuras de Sherlock Holmes", pois este é um dos detetives mais famoso da literatura e que aqui no livro "As aventuras de Sherlock Holmes" nos deixa a par do seu humor único, ficamos a par de suas histórias seus pensamentos inteligentes e insanos, mas também ficamos a par do seu fiel amigo Watson, que nos reserva detalhes e observações digamos bem perspicazes ao decorrer dos casos.

Antes de ler esse livro eu tinha lido o livro "Um estudo em vermelho", não deixei minha opinião aqui ainda, mas logo público ela aqui, enfim vamos continuar a falar deste, apenas comentei sobre a leitura anterior, pois este é diferente este livro em vez de uma única história ele aborda várias histórias em momentos diferentes.

A forma como Holmes e Watson, nos contam os casos nos deixa curiosos e conseguem nos prender a história, você fica com vontade de avançar mais rápido para descobrir o que acontecerá logo em seguida e quando percebe não consegue parar de ler enquanto não vê a última página do livro. Foi assim que me senti enquanto lia "Aventuras de Sherlock Holmes".

Não é preciso ressaltar que apesar do tempo Holmes marcou e continua marcando gerações, e o trabalho dessa nova coleção vem para mostrar que nosso detetive continuara muito tempo pela frente deixando pessoas curiosas querendo saber mais de suas histórias, suas aventuras.

Selo de Leitura:

sexta-feira, 25 de março de 2016

Crítica: A Torre {Livro}

"Falarei mais na hora adequada, meu amigo. Por enquanto, eu apenas gostaria de saber se você está interessado o suficiente para continuar essa discussão. Caso contrário, está livre para ir. Vou considerar o dinheiro da fiança como um investimento que não deu certo". (Pag. 11)


Para quem acompanha o blog sabe que estou em divida com muitas resenha especialmente dos livros da Editora Nacional que li, mas não sei porque diabos demorei tanto para deixar minha opinião. BOM, já registrei aqui minha opinião sobre o primeiro livro "O Peão" e agora estou aqui para falar a respeito do que eu achei do livro "A Torre".

A princípio pensei que esse livro não seria muito bom quanto foi o primeiro e sabe porque, aquele medinho de que o autor errasse a mão, que este não me agradaria tanto já que comecei ele com a empolgação lá nas alturas, porém encontrei-me totalmente enganada pois Steven conseguiu me surpreender mais ainda, como no primeiro livro aqui o autor continua me deixando surpresa e me conquistando com sua narrativa e desenvoltura que ela a história e desenrolar dos personagens. Não tem muito o que falar a não ser que o livro é muito bom.

A cada novo livro o agente de criminologia ambiental enfrenta um novo criminoso e agora é a vez de Patrick seguir um incendiário, mas a história não fica só nesse crime ela vai além, pois o incêndios tem um proposito e este esta ligado com políticos. E para quem lembre há um personagem que já apareceu em o Peão e aqui dá as caras novamente.

Um dos pontos positivos do gênero é fato de que não precisarmos ler livros policiais na sequência, então se você quer começar a ler 'A torre' em vez de 'O peão' eu não vejo problema, pois as histórias são independentes.

Como disse na opinião anterior se você gosta de policial conheça os livros que a editora esta publicando aqui e não deixe de conhecer essa série, pois acredito que como eu vocês iram gostar muito do livro. Por fim, estou curiosa para os demais livros que ainda não tenho em mãos, mas vamos cruzar os dedos para que consiga logo, pois meu desejo e curiosidade pela continuação da história esta gigante! 

Agora fico apenas no aguardo pelo terceiro livro 'O CAVALO' estou a sua espera seu lindo!

Selo de Leitura:

quinta-feira, 24 de março de 2016

Crítica: O peão {Livro}

"E foi então que o Ilusionista percebeu que o espetáculo inteiro, do início ao fim, com todos os seus falsos erros e falas irreverentes, fora perfeitamente planejado, cuidadosamente ensaiado. O próprio espetáculo era uma grande ilusão". (p. 37)


Eu falei que estava atrasada com essa opinião, mas também falei que logo estaria postando ela aqui e não demorei para então dividir com você minha opinião a respeito do livro.

Não preciso nem começar a colocar os pontos de quanto essa capa e o trabalho gráfico da editora me agradaram não é. Para quem não conhece os trabalhos da editora fiquem a saber que todos os livros que possuo da Editora Nacional são de um trabalho excelente, eles tratam com carinho cada livro deixando o leitor com os olhos brilhantes e não foi diferente com o trabalho desse livro sem contar na sua diagramação.

Bom, para finalizar minha opinião a respeito da parte gráfica do livro não posso deixar de comentar que essas capas me deixaram encanadas, adorei adorei ...

Comecei a ler mais dessa temática 'policial' com a parceira Editora Nacional, porque até então o tema me agradava muito em filmes e seriados, mas na leitura ainda não havia experimentado. Com isso agora também gosto do tema policial em livros agora.

MAS vamos lá... O Peão faz parte da série "Os arquivos de Bowers", escrita por  Steven James. Até então a Editora Nacional publicou seis livros, sendo este o primeiro. O livro é narrado em primeira e segunda pessoa, sendo que quando estamos a par da história de Patrick o autor opta pela primeira pessoa e terceira pessoa quando ficamos a par da história do assassino conhecido como o Ilusionista.

Trazido da Carolina do Norte para ajudar no caso de um serial killer, o agente especial do FBI Patrick Bowers se vê no meio de um jogo de gato e rato, porém diferente dos investigadores policiais Patrick é um especialista em criminologia ambiental. (O que deixa o livro mais instigante ainda)

Gostei muito desse livro, assim que o terminei lembro de ter pegado o segundo para ler, a narrativa do autor me conquistou e me prendeu do começo ao fim da história, sem falar que me deixou surpresa com o rumo que ele levava a narrativa, desde a construção da trama a elaboração dos seus personagens  Steven James me deixou de boca aberta.

Fiquei sem mais palavras, não sei como terminar essa opinião sem deixar clichê o quando eu gostei desse livro, mas o que não posso deixar de dizer antes de terminar essa resenha é que Steven me conquistou e dentre os autores que li ele já esta na minha lista de quero ler mais de seus livros.

Para os leitores apaixonados por essa temática não posso deixar de ressaltar o fato de muitos não conhecerem os ótimos livros que a editora tem publicado para nós brasileiros. Então apaixonados por romance policial conheçam os livros da Editora Nacional.

Selo de Leitura:

segunda-feira, 21 de março de 2016

Crítica: Real, Louco, Mortal {Livros}

"Os olhos dele estavam fechados, os lábios entreabertos, as mãos delicadamente cruzadas sobre o peito. Sawyer não conseguia deixar de pensar, em algum lugar sombrio, bem no fundo, que pelo menos agora, ele não poderia mais machucá-la." (pág. 8)

"Vai se divorciar? Deixe seus filhos no terapeuta. O namorado da filha morreu? Terapeuta. Notas caindo, menina desorientada, matando aula? Terapeuta, terapeuta, terapeuta". (p. 45)


Mais um dos livros que li e demorei para vir aqui registrar minha opinião. Tardou mas não falhou e estou aqui colocando nessas poucas palavras como foi a leitura de 'Real, Louco, Mortal'.

REAL, LOUCO, MORTAL e escrito por Hannah Jane e publicado aqui no Brasil pela Editora Nacional em 2014 (viram como estou atrasada com essa opinião). ENFIM Tomei por surpresa quando o recebi e como sou apaixonada por designer de capas o livro com isso já chamou minha atenção, os outros pontos iniciais que me levaram a ler ele assim que chegou, foi esse título curioso e instigante, além do conjunto capa + sinopse.

A história é narrada em terceira pessoa e gira em volto da aluna, atleta exemplar Sawyer Dood, a típica garota popular que todos desejam ter, aquela admirada e invejada por outros seja por sua beleza, por sua inteligencia ou ainda por conseguir namorar o garoto mais popular da escola. Porém as impressões dizem uma coisa e realidade outra Kevin seu namorado não era nada de perfeito pelo contrario ele possui um comportamento doentio em relação a Sawyer chegando a agredi-la, e Sawyer por vergonha e medo esconde as agressões de todos. Porém tudo muda após a morte de Kevin e de Sawyer encontrar um bilhete na escola com o recado "De Nada", nesse momento ela percebe que não foi acidente e que além havia o matado para o sem bem, mas que bem isso traria além de que agora todas as suspeitas começam a girar em volta de si.

Não sei vocês, mas no decorrer do texto descoifei de todo mundo, não tem como não pensar que foi esse ou aquele. Você começa a criar uma lista dos mais suspeitos e nessa lista que criei os que me deixaram mais intrigada no decorrer da história foram: Logan Haas, Maggie Gaines, Cooper Grey, Professor Hanson.

A narrativa é muito boa, rápida fluida e com um a trama que te prende do começo ao fim. Um ponto que me agradou bastante na narrativa da autora é como ela alterna o presente e o passado.

Para além dos detalhes gráficos que me impulsionaram a ler preciso dizer que a autora me conquistou com a sua narrativa, gostei muito de como ela levou a trama, como amarrou os pontos. Hannah me deixou curiosa para ler mais de sua escrita.

Por fim para quem gosta de suspense acredito que Real Louco Mortal vá te conquistar como me conquistou!
Selo de Leitura:


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Crítica: Operação Harém {Livro}


"Operação Harém" e "A Mentira" foram livros que recebi final do ano passado, logo de cara peguei o livro "A Mentira" para ler, porém "Operação Harém" ficou ali num cantinho e eu fiquei a pensar se pegaria ele para ler ou não já que ele não havia chamado minha atenção. Passado o tempo acabei pegando para ler as informações de capa, orelha e ai me lembrei do tal "Jornalismo Literário" que meus professores sempre comentavam em sala de aula, e isso foi o empurrão inicial para começar a ler.


A história é baseada em fatos reais, o autor jornalista reúne vários elementos do seu trabalho, as revelações do submundo, as investigações envolvendo milionários entre outros fatores que permeiam a história.


De inicio não tive problema com a narrativa do texto, mas conforme fui avançando ele foi ficando cansativo e eu o abandonava para ler mais tarde, e assim foi a minha leitura até terminado o livro. Mas não posso dizer que ele foi de todo um mal, pois não foi, teve momentos em que a narrativa me agradou, e até conseguiu me prender e me agradar em alguns pontos, contudo "Operação Harém", pra mim não foi uma leitura daquelas em que eu chama de prazerosa, pra mim ela foi cansativa, iniciei pensando e esperando algo que não encontrei no decorrer dos capítulos. Não sei bem dizer o que, mas pra mim faltou algo, também acredito que foi pelo fator de não ter me causado curiosidade ou o entusiamos que "A Mentira" me causou, ou ainda este não é o tipo/gênero de literatura que me agrada, mas não estou dando um veredito de que nunca mais lerei nada do gênero, pois pode acontecer de um outro livro me agradar e fluir da maneira que este não fluiu.

Selo de Leitura:

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Crítica: A Mentira {Livro}

"Prestávamos atenção quando parecia que nos ensinavam algo que poderia nos matar se não o fizéssemos. A maior parte era o de sempre: treinamento e conversa mole, horas disso, mas ninguém desmaiou nem morreu de insolação, como nos disseram. Não era uma vida ruim."

"Aquele tempo desapareceu como fumaça. Mas Frederick era real, mesmo na melancolia fantasmagórica daquele jardim. Sempre era mais real que qualquer um. Lá estava ele rabiscando no cascalho com um graveto, riscando linhas e as apagando como se fossem contas que não dava certo. Nem certeza, nem paz, nem ajuda para a dor..."



Essa é uma temática que eu gosto, mas que demoro para querer ler, não sei colocar em palavras bem o porque deste tema me puxar e me mandar ao longe ao mesmo tempo, porém é sempre bem vinda.

Vamos a história... 

Primeiro conhecemos o jovem Daniel Branwell, um soldado que nos contara sua história ao retornar à casa após a guerra. É sobre sua visão que ficamos a par dos acontecimentos, desde a sua infância, a guerra e ao retorno ao vilarejo em que o mesmo vagueia entre o passado e presente. 

Daniel Branwel e Frederick Dennis, eles mantém uma amizade sincera e duradoura desde a infância. Apesar das diferenças sociais, ambos nunca deixaram suas classes se intrometerem no seu afeto mutuo. 

Em relação aos rapazes, Frederick filho de um engenheiro de minas, estudou nas melhores escolas da sua cidade, porém não demonstrava o mínimo interesse pelos estudos enquanto Daniel, filho da empregada da casa de Frederick além da sua paixão pelos livros, ele desejava muito aprender, mas não podia estudar por ter que trabalhar para ajudar a mãe no sustento da casa.

Assim que ambos ficam adultos eles são alistados e como companheiros partem para a guerra, Frederick deixa para trás a irmã Felicia e seus pais, Daniel, sua mãe. Porém seu retorno ao do vilarejo em Cornualha não é como esperado, assim que volta recebe a notícia de que a sua mãe faleceu e para piorar ele carrega a dor da perda do seu amigo. Daniel não consegue se estabilizar psicologicamente, não consegue manter contato com as pessoas, não se sente bem ao lado delas a não ser com Mary Pascoe considerada pelas crianças uma bruxa.

Mary Pascoe precisa de cuidas e é Daniel que a ajuda com suas tarefas o que também o ajuda a afastar os temíveis fantasmas da guerra está doente e precisa de cuidados. Mas tudo muda quando Felicia bate a sua porta. Daniel será capaz de encobrir os detalhes da sua morte do seu amigo? Ele conseguira aceitar a verdade?

E a narrativa e construção da história, como foi...

Helen Dunmore mantém um bom ritmo na sua narrativa o que conquista e prende o leitor. Os personagens apresentados na história foram bem retratados, a autora conseguiu colocar a ficção com a realidade neles, tornando-os realistas. Além do bom trabalho com os personagens e com a trama, a autora conseguiu trabalhar muito com sua escrita, mesmo que ela seja simples ela tornou-a ágil, rápida e com um bom entendimento do leitor.

Um dos pontos positivos da narrativa da autora é como ela consegue ligar os acontecimentos entre passado presente, e as lembranças de Daniel que surgem aos poucos em fragmentos, o que nos deixa curiosos para saber o que aconteceu, como aconteceu.

Outros pontos...

Para quem como eu gosta de um bom trabalho gráfico, a editora fez uma boa escolha de capa gostei muito dela. E com o material interno a editora caprichou também, tamanho da fonte, espaçamento estão agradáveis.

Outro ponto a ressaltar são as aberturas dos capítulos, que sempre traz um pequeno (foto abaixo), como no capítulo dois que deixei aqui em anexo, nos demais a sempre esse pequeno texto antes de se inciar a história.


Um romance que vai além dos fatos históricos, um romance que procura o amor, carinho, companheirismo, lealdade, mas que também coloca a dor, o medo em contra ponto. Enfim para quem gosta desta temática acredito que "A Mentira" te conquistara como me conquistou.

Selo de Leitura:

domingo, 2 de agosto de 2015

Crítica sobre: Deserto de ossos {Livro}

''Ela conta para ele que sente enjoo no mar. Que prefere gatos. Que gosta de Dickens. Ela fala e fala, pois sempre que fica em silêncio se pega olhando para ele e isso a faz perder um pouco o fôlego.''

Antes de iniciar minha opinião, e os pontos que quero ressaltar desse romance, quero deixar aqui umas informações sobre o Massacre de 1915, pois este é um dos fatos históricos que não tinha informações, e dos quais fiquei curiosa para saber mais a respeito. Também considero importante, deixar essas (se posso chamar) curiosidades aqui, pois acredito deixar você leitor mais curioso para leitura.

No site agência Brasil, eu encontrei uma reportagem sobre o tema de fundo do livro, e dentre as informações lidas a fala do secretário executivo do Comitê do Centenário do Genocídio Armênio, João Carlos Boyadjian é a minha escolhida para deixar aqui. Boyadjian lembrou que, no dia 24 de abril de 1915 dia morreram 300 intelectuais no massacre, motivo pelo qual a data foi escolhida para representar o centenário. “Muita gente acabou esquecendo desse centenário, que não pode ser esquecido, para que não aconteçam novas tragédias como esta.”

Recebi, Deserto de Ossos junto com Sequestrados, mas ele não havia me chamado a atenção como Sequestrados chamou, ai acabei deixando ele para mais depois e agora depois de lido fiquei a pensar: "Porque eu não li ele antes". Sabe aquele livro que você não dava nada por ele, que não tinha expectativas, e que pensou ser mais um, mas depois de lido sua opinião e os seus 'hummm' depois da leitura mudam todos. Bom foi assim comigo e com Deserto de Ossos. 

Deserto de Ossos têm como plano de fundo o genocídio dos armênios, onde mais de 1 milhão e meio de homens, mulheres e crianças morreram na mão dos turcos. Posso estar enganada, mas este fato histórico é um dos menos comentados, ou conhecidos entre as guerras conhecidas, eu só fiquei a par dessa história com a leitura do livro, pois não tinha ideia do que se tratava, e não lembro do assunto ter sido tratado nas minhas aulas de história.

Junto com a história do genocídio armênio ficamos a par da história de Armen Petrosian, um engenheiro armênio e Elizabeth Endicott uma jovem americana que junto ao seu pai se volutaria para ajudar os armênios. A história de Armen e Elizabeth é contada por Laura, que resolve escrever sobre a história de seus antepassados e com isso ela mergulha em uma história de amor, perda e um delicado segredo que ficou soterrado por gerações.

O livro é dividido em passado e presente. Preciso confessar a vocês que gosto muito quando duas histórias se intercalam, quando passado e presente se unem para contar algo que marcou e continuara marcando o futuro. A história é contada em primeira pessoa, no presente por Laura, que se baseada nas cartas dos avós, seus medos, amores, sofrimentos, e logo mais é narrado em terceira pessoa, quando ficamos a conhecer a história a partir do ponto de vista de Armen e Elizabeth, os avós de Laura.

Gostei muito da história, como também gostei da narrativa que apesar de alguns momentos, ter me deixado cansadinha, por causa da lentidão em que a trama ia se desenrolando, continuou a me conquistar, pois o autor soube trabalhar muito bem o pano de funda da história com a construção dos seus personagens, ponto este que me fez querer avançar logo com a leitura.

A Editora está de parabéns pelo capricho, carinho e atenção com o livro.Gostei da capa de Deserto de ossos, mas gostei mais ainda da diagramação interna do livro, a editora caprichou com o interior do livro, pois distribuiu bem os capítulos, caprichou na diagramação e na ortografia.

Por fim, me resta dizer que gostei muito de Deserto de ossos e que Chris Bohjalian conseguiu me conquistar com sua história triste e emocionante. Então, se vocês gostam de livros que carregam consigo fatos históricos, e que ainda por cima te apresentam personagens e um romance bem trabalhado, vais gostar muito de Deserto de Ossos.

Selo de Leitura:

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Crítica: Olhar Mortal {Livro}


Eu não desejaria nunca cair nesse olhar, mas e você?


Hoje, trago a vocês, alguns pontos sobre a leitura de "Olhar Mortal". Livro do autor Fergus McNeill, que faz parte da série do Inspetor Harland. Olhar Mortal, é o primeiro livro da série e nele ficamos a par da história de Robert Naymith, um homem meticuloso, rígido e calculista. Um homem sem suspeitas, pois matem uma vida confortável, com um bom trabalho, uma linda namorada, motivos que o excluem de ser suspeito dos crimes ocorridos. Em contra ponto também ficamos a par da história do Detetive Harland, um homem que vive de luto, após a morte de sua mulher. Ele se torna uma pessoa rancorosa, mantendo uma raiva interna que precisa contornar para resolver os casos em que trabalha, inclusive do assassino em série, que envolve um jogo em que as vítimas são as peças.

Fazia um tempo que havia recebido ele para resenha, mas como romances policiais ainda não são meu forte eu fui deixando pra mais depois, é pra mais depois e no fim acabei demorando para ler. Antes de continuar a expor menus pontos em relação a história, gostaria de dividir com vocês u. Pouco do meu gosto é do porque dizer que romance policial não é o meu forte. Eu gosto,e quando o leio fico presa a história, mas isso depende do autor tem autores que não conseguem me deixar envolvida. Mas o motivo principal, é de que ainda prefiro uma boa história policial nas telas, do que nos livros, é porque? Digamos que tenho estômago fraco para certas descrições e pontos que na maioria dos livros que li são ressaltadas nessa história. Não sei vocês, mas pra mim a sensação de ler a descrição de uma morte é inúmeras vezes pior do que assisti-las, e isso faz com que se torne um ponto negativo para milhas leituras com esses gênero.

E agora que desabafei, vamos encerrar esta opinião. Olhar Mortal, foi um dos livros policiais que entraram para minha lista de gostei muito, e quero reler. Freguês, conseguiu me envolver em sua narrativa, prendeu me do começo ao fim, me deixando curiosa, ansiosa, para saber qual o próximo passo da inestimável policial, qual o próximo passo do assassino, o que vai acontecer em seguida. Ahhh fui completamente envolvida!

A construção elaborada da história e dos personagens nos leva a pensar, "este livro poderia ser um filme, gostaria de vê-lo nas telonas". Bom foi esta a sensação que tive conformo avançava na leitura. Porém este ainda não foi aquele ponto essencial, para me prender a história, o que me prendeu foi a forma elaborada como o autor conduziu os crimes do serial, como meticulosamente ele tratou cada vítima, e como foi desenvolvendo a sua personalidade, este ponto sim foi o que me deixou fisgada a história, que acabou me conquistando.

Por fim , se você é um apaixonado por livros policiais, então prepare-se para este livro, pois McNeill, vai te conquistar e prende-lo a sua história. Não tenha receio, não tenha medo conheça Olhar Mortal, e fique você curioso pelos próximos passos de Naymith e Harland.

Selo de Leitura:


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Crítica: Colorindo o mundo fashion {Livro de Colorir}


Um colorido a mais!

Faz um tempinho que recebi, mas demorei para vir aqui comentar a respeito do livro. Bom, diferente dos demais, eu não havia nem recebi nem comprado nenhum livro de pintar ainda, não porque não goste, pelo contrario eu amo desenhos, como também amo desenhar e pintar porém ainda não estava na 'onda' destes livros.

Mas o que acontece é que acabei recebendo de cortesia da editora Nacional, e com isso acabei entrando no mar.
Moda não é o meu forte, mas eu adorei, passar o tempo, me distrair pintando "Colorindo o mundo fashion".

Abaixo encontra-se alguns dos desenhos que pintei, ou sozinha ou em companhia:





Não tem muito o que falar deste livro, a não ser esses pontos que ressaltei nessas pequenas observações. Por fim o que resta é dizer que gostei sim do livro, e que ele ainda vai me divertir, distrair por um bom tempinho.

Mas, e vocês o que acham destes livros de pinturas... vocês gostam ou não? Alguém aqui já tem algum livro destes, e ai curtiram?

Selo de Leitura:

Importante!! Pessoal, caso encontrem links com defeitos, avisem por comentário ou pelo e-mail: angelicapinheiropereira@gmail.com, para que possamos arruma-los.