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quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Crítica: A Torre Partida {Livro}

"Holt não entendera completamente tudo o que ele tinha revelado à menina, mas uma coisa tinha ficado clara: para obter as respostas de que Zoey precisava, havia um lugar aonde ela precisava ir - um marco tenebroso no centro das Terras Estranhas chamado A Torre Partida. "

Hoje trago o que achei do livro "A Torre Partida" que é segundo livro da Saga da Terra Conquistada do autor J. Barton Mitchell publicado aqui pela Editora Jangada no ano de 2015 possuindo 472 páginas.

Neste volume acompanhamos Mira, Holt, Zoey e Max a procura da Torre Partida, um marco famoso e sombrio no meio do cenário mais perigoso do mundo: as Terras Estranhas.

Os poderes de Zoey despertam e os alienígenas estão perseguindo-a. Além deles O bando está perseguindo Holt. No caminho para torre muita coisa vai acontecer, as Terras Estranhas começam a se expandir, tornando-se ainda mais poderosas e mortais. E tudo isso de alguma forma, tudo parece ligado à Zoey, e quanto mais perto da Torre mais enfraquecida ela parece ficar.

"- Você acreditou em mim - ela o interrompeu suavemente. - O quê? - Quando ninguém mais acreditou - continuou Mira, olhando para ele. "

Esse é mais um livro que eu li, mas ainda não tinha registrado minha opinião a respeito. O primeiro volume já está registrado aqui e agora estou aqui para falar do segundo. Cabe ressaltar que a história não acaba aqui, têm mais um livro eu ainda não o li, mas logo pretendo ler, assim que a lista de prioridades diminuir.

No primeiro volume da trilogia, algumas perguntas ficaram sem resposta, e isso é um dos pontos positivos desse segundo livro, pois o autor consegue sanar nossas dúvidas e curiosidades respondendo para gente o que ficou lá no primeiro livro.

A narração em 3ª pessoa intercalando os pontos de vista de Mira, Holt e Zoey. Os personagens estão bem escritos, suas personalidades foram bem desenvolvidas. É impossível você não se apegar a eles, como é difícil não ficar na torcida e desejando.

MEUD DEUS, os últimos capítulos são eletrizantes, angustiantes, você fica roendo as unhas querendo entender o que está acontecendo o que vai acontecer. Esse final me deixou surpresa, e com muita vontade de ter logo o terceiro livro em mãos para saber como que as coisas vão continuar.

“Qual é o primeiro dos Pilares, perguntou Gideon? Os Hélices responderam imediatamente enchendo o Cânion com sua voz:  Nós somos o que pensamos que somos!”

Selo de Leitura:

sábado, 24 de janeiro de 2015

Crítica: Lobo Mau {Livro}

"Reinava um silêncio sepulcral, exceto pelo toque abafado do telefone, na vizinha sala de vigilância. Os 24 homens e as cinco mulheres que estavam sentados e em pé diante de Pia não se moviam. Ninguém tossiu, pigarreou nem recuou a cadeira. No rosto do grupo, Pia leu o que ela mesmo sentia: perplexidade, consternação e horror."


Nele Neuhaus é um dos autores do crime mais lidos da Alemanha, graças a seus thrillers que caracteriza a dupla investigação de Oliver von Bodenstein e Pia Kirschoff, recentemente lançado em Inglês, como Branca de Neve tem que morrer. Um residente de longa data das montanhas Taunus, seus romances foram traduzidos para doze idiomas.

Primeiro, quero falar um pouco a respeito do trabalho gráfico da editora. Iniciando pela capa, ela ter esse lado sombrio, é um dos motivos de me deixar curiosa a respeito da história, e também me deixa com pensamentos positivos. Gosto de como a editora, trabalha as imagens, e escolhas para as capas. Também gosto dos títulos, e suas ligações com a parte gráfica. Mas a parte que mais deixa você apaixonado, querendo ter nem que seja só por ter o livro na sua estante, é o trabalho de diagramação interno. OMG o que falar a não ser belíssimo, bem elaborado? Os pingos de sangue que acompanham o tento na numeração de páginas, quanto a quando o dia muda, me agradam bastante. 

O Livro contém epilogo e prologo, e a narrativa, é contada, como se fosse em um diário, cada novo 'capítulo' (se assim posso chamar), é contado em dias, começando numa Quinta feira 10 junho de 2010 e terminando num Sábado 3 de julho de 2010. Ao total, o livro possui 496 páginas, que quando menos você perceber, você as terá devorado.
Assim que recebi o livro, comecei a ler ele, só parei pra me distrair um pouco com um drama, e logo voltei para leitura, que a cada novo capítulo me surpreendia positivamente. Esse é o segundo livro que leio da autora, o primeiro foi Branca de Neve têm que morrer, que faz parte da história dos detetives, Bodenstein & Kirchhoff.

A Narrativa, da autora, é muito boa, além de fluir muito bem, ela é bem elaborada/construída. Não têm como o leitor não se prender a cada nova folha, novo capítulo. A autora, conseguir te conquistar muito bem. E não só na narrativa, e temática, mas conforme ela vai progredindo com a história e desenvolvendo seus personagens você vai ficando mais preso a história, querendo solucionar os mistérios logo. Confesso que depois de alguns acontecimentos, eu fui ficando tão curiosa, que não consegui parar de ler, porque queria muito descobrir, como acontece, quem o fez, o porque, entre tantas outras perguntas que minha mente fazia enquanto avançava na leitura.

Ainda não sou uma leitora afinca, deste gênero, mas acreditem que, a cada novo livro que leio com essa temática, faz com que fique mais curiosa, e queira conhecer outros livros do gênero. Mas uma ressalva aqui para Nele Neuhaus, pois dentre os autores que li depois de Clive Cussler, com certeza Neuhaus, se tornou minha autora favorita.

Um dos pontos positivos da narrativa de Neuhaus, que preciso ressaltar a vocês, é como a autora mistura características dos contos de fadas a sua história de suspense policial. Gosto do fato do título, e as semelhanças dos personagens ter essa ligação com o conto, já que sou uma apaixonada pelo tema. Um ponto a ressaltar, que pode tanto ser positivo ou negativo, dependendo de quem lê, é a violência contra a mulher e com crianças, contidas na história. Não que a autora está fazendo apologia, a violência, eu compreendo que para a história que ela criou, foi necessário usar essa temática, o problema se assim posso dizer, é que as cenas são fortes, e pra quem é fraco, esse não é um ponto positivo, pois a autora descreve muito bem, as cenas de violência.

Agora comentando aqui, sobre a leitura, e o que senti, pois precisava dividir com vocês aqui também. Já comentei, pelo Instagram, Facebook. Um dos meus comentários pelas redes sociais foi "OMG tem horas, que suspiro, mas não é de amor é de terror!" O outro foi sobre, ter sonhado em que era uma das vítimas, e gente que sufoco, que medo, que pavor. Não sei vocês, mas eu sonho com muita facilidade e consigo lembrar, deles. E como sou sensível, em temas fortes, ai sim que sonho (na verdade tenho pesadelo) com mais facilidade ainda. E foi assim depois de uma noite de insônia, peguei e continuei a leitura, e quando o sono veio, os pesadelos vieram juntos. Isso significa que a leitura foi boa, mesmo tendo esses momentos repugnantes pra mim ela foi muito boa.

Em resumo, Lobo Mau, me agradou muito mais que Branca de Neve têm que Morrer. Não que o livro tenha sido ruim, mas comparando com essa história, eu não tenho dúvidas em dizer que pra mim ela foi 100% melhor. Eu adorei esse livro, e estou curiosa, pra saber como será a próxima história e como a autora continuara, nos inserindo a essas 'aventuras', (como eu chamo) dos detetives Bodenstein & Kirchhoff.

Por final, quem gosta de suspense policial, com uma trama muito bem desenvolvida, você precisa conhecer Lobo Mau e Branca de Neve têm que Morrer. Acredito que para os apaixonados pelo tema, não se arrependeram de desfrutar da narrativa de Neuhaus.

Selo de Leitura:


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Crítica: Starling {Livro}


"Fennrys saiu para a luz do sol, e por algum motivo aquele simples gesto tranquilizou Manson imensamente. era bobagem, ela sabia, mas pensando bem, nunca tinha o visto em plena luz do dia antes". 


Lesley é escritora e atriz, que vive em Toronto, no Canadá. Cativado em uma idade jovem por histórias da mitologia e folk lore, civilizações passadas, e heróis lendários, ela tornou-se um pleno direito Celtic Mythology Geek, rica em histórias do outro mundo, Faeries e Rei Arthur. Lesley passou a ganhar um mestrado em Inglês pela Universidade de Toronto especializado em Shakespeare e literatura Artur.
Por quase três anos, Lesley hospedado maratonas de filmes de fim de noite semanais no programa de televisão transmitido nacionalmente, a barra de espaços, como o waitron-9000, uma garçonete holográfica brilhante com um conhecimento enciclopédico de obscuro B-movie trivia. Ela também é membro fundador e principal executor com Tempest Theatre Group.
Lesley é um egghead impenitente - um personagem de traço que de alguma forma não interfere com um amor de sapatos e coisas brilhantes. 

Não conhecia a autora, e este foi meu primeiro contato, com seu texto. Em resumo, gostei muito de como a autora, criou sua história, e de como ela levou a narrativa e temática do livro. Lesley Livingston me conquistou, além de querer continuar lendo a trilogia de "Starling", quero conhecer mais outras histórias de sua autoria.

Sobre o material da capa. A imagem da capa, segue o padrão do livro original. A capa é toda envernizada (eu acho que é assim que chama, em corrijam se estiver errada). A diagramação interna é simples, os capítulos são contados em números romanos, contabilizando no total de trinta e quatro capítulos, tendo fonte times, tamanho doze. Não encontrei erros de português, nem de digitação, a revisão da editora está muito boa.

Não lembro de ter lido sobre a trilogia, mas eu sei que ouvi algo a respeito, mas não lembro o que especifico, e nem o lugar que eu vi. Quando terminei a leitura, e fui pesquisar sobre, sabia que já tinha ouvido falar sobre ela, como um Deja vu.
Enfim, como me deparei com o livro. Estava no site do grupo editorial pensamento há procura de lançamentos, e acabei encontrando "Starling", e assim que li sua sinopse, não resisti e fui logo pedindo ele pra resenha. E assim que ele chegou, eu fiquei namorando ele de cantinho, até que não me aguentei mais e peguei-o para ler. Acabei deixando minha outra leitura de lado e só parei quando cheguei no final!

A temática trabalhada, e o uso não somente de uma mitologia, mas várias, agradou-me muito como me deixou surpresa. Isto porque a autora não deixou o leitor perdido, ao misturar inúmeras histórias mitologias ela conseguiu explicar o porque, e de manter o leitor atento e não perdido. 
Como já citei no inicio, sua narrativa me agradou muito. Sua escrita é simples, mas bem elaborada fluindo fácil e rápida. A ambientação e a criação dos personagens estão ótimas. Gostei de todos eles, e de como ela foi desenvolvendo-os. Não pensei que um Deus Egíptico, chamaria mais minha atenção que os Deuses Nórdicos, que é a mitologia mais focada no livro.

Não sei muito o que falar. Tenho percebido que não sou boa com as palavras para expressar o quando gostei do livro, então em resumão o que expresso é minha vontade de deixa-los curiosos, e faze-los querer ler Starling.
Enfim, para terminar, Jangada, não nos deixe malucos e traga o mais breve possível esse segundo livro, pois eu não sei se aguentarei de tão curiosa e ansiosa que fiquei com esse final. OMG O_O

"Mason de repente percebeu, sobressaltada, que ele agora a segurava pelo braço, seus longos dedos rodeavam de leve os músculos fortes e atléticos de egrimista que passavam pelo pulso dela. Ela não sabia se aquele gesta tinha o intuito de tranquilizá-la ou impedi-la de sair correndo".

"_ Estou aterrorizada, Fenn.
_ Eu sei, Mase - ele disse baixinho. _ Ajudaria se eu dissesse que também estou?
Ela torceu o corpo e erguer os olhos para ele.
_ Não, nem um pouco - respondeu, muito séria.
_ Ótimo. Porque não estou. - Ele sorriu. - Nem um pouco".


Selo de Leitura:

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Crítica: O Tempo que Nunca Foi {Livro}

"Eu era Pandora, pensei. E precisava colocar todas aquelas coisas ruins de volta na caixa.”


O livro O Tempo que nunca foi, pertence a trilogia Amber House, escrita pela mãe Kelly Moore, e suas filhas Tucker Reed, Larkin Reed.
Kelly é formanda em Direito e autora bestseller do New York Times. Ela começou a escrever Amber House anos atrás, usando a própria família de inspiração. Quando suas filhas descobriram o manuscrito em seu sótão, elas decidiram trabalhar como um time para reconstruir o livro a partir de uma perspectiva jovem adulta. Tucker atualmente frequenta a universidade do Sul da Califórnia em Los Angeles e Larkin é caloura na universidade. 

O Tempo que nunca foi, é o segundo livro da trilogia Amber house. No primeiro livro eu havia me interessado pelo seu material gráfico, e capa que tinha me instigado muito. Mas em relação a história, esta meio receosa, e com medo de que acabaria não gostando da história, e narrativa das autoras. Um dos motivos era por ter de autoria de três escritoras, pensei que a narrativa não fluiria. Até que me deparei com uma história que me conquistou e fez com que minhas preocupações fossem abandonadas, e deixou-me ansiosa, roendo as unhas querendo descobrir como continuaria a história. Mas essa espera não foi longa, pois como sempre o Grupo Editorial Pensamento, não deixa os leitores na mão, a espera interminável da continuação, e logo lançaram o segundo livro, "O Tempo que Nunca Foi", livro que esperei para matar a curiosidade e que agora estou aqui dividindo com vocês alguns pontos a respeito deste segundo livro.

Eu já tinha gostado, do material gráfico do primeiro livro, como da capa, que havia me agradado muito. Mas "O Tempo que nunca foi", me agradou muito mais na sua capa, me conquistando ainda mais. Vocês não concordam comigo que esta capa esta um deleite? Adorei o efeito do título que em vez de trazer dourado como no primeiro, neste a cor é prata. O trabalho de diagramação, não fugiu do padrão do primeiro livro, a fonte times e o tamanho. Os detalhes dos capítulos, seguem igual ao de "Amber House".

Um dos pontos positivos, é que as capas, não fogem da história. Gosto quando eles combinam a capa com a história, ou quando ela traz algum momento do livro, como aqui em "O Tempo que nunca foi", e "Amber House", em que as capas traz uma a cena final da narrativa. Sobre o trabalho de revisão, o que preciso ressaltar, são pequenos errinhos, que me parecem ser erros de digitação e não lexical.
Sobre a narrativa do trio, como já passei daquela fase que citei sobre ter medo que não flui-se, volto aqui e me deparo com aquela narrativa gostosinha de ler. Ela é fácil, e não parece que foi escrito por 6 mãos. A construção da história, a temática, e a amarração dos nós da história neste segundo livro me agradou, como também os personagens acabaram me conquisto mais ainda nesse segundo livro.

Aqui o tempo está diferente, para os personagens que já conhecemos em Amber House. Sarah, Jackson, Richard e os demais, não tem consciência sobre o porque das mudanças, e de quem as causou. Aqui as autoras, colocaram um ponto forte, em que elas dão o poder a leitor, e não aos personagens. Enquanto eles estão no escuro sem saber, o leitor está a par de tudo a sua volta.
O plano de fundo é outro, agora nos encontramos, em outra época. Aqui a escravidão ainda não foi abolida, e o nazismo toma conta de toda a Europa. A vida social, econômica e também geográfica sofre mudanças, e Sarah se encontra perdida a procura de novas respostas, a procura de concertar um erro do passado, para que então essa horrível realidade da qual ela está vivendo seja corrigida.

O que me conquistou na história, foi o fato da casa ser repletas de segredos, e se assim posso chamar, um personagem constante na história, já que tudo procede ou acontece por intermédio dela. Isso e o mistério envolto das histórias do passado, me deixaram presa a história, fazendo com que o enredo me conquistasse.

Como no primeiro livro, "O Tempo que nunca foi", também deixou-me um pouco perdida, ou em algumas partes, menos empolgada, pois a história parecia não seguir, e ficar estagnada. Mas não é sempre, isso acontece em alguns momentos, não é nada grave para a continuação da leitura, mas são alguns pontos chatinhos que precisava dividir com vocês.

Pra finalizar, o que falar a respeito de "O Tempo que nunca foi", a não ser que foi uma boa leitura, que consegui me deleitar com a narrativa das autoras, e que gostei mais ainda da trilogia nesse segundo livro. E por fim, mas fim mesmo, quando é que as autoras lançaram o terceiro livro, em em em??? Eu fico a espera que elas lancem logo e que a Editora, traga-o o mais breve possível, depois do lançamento lá fora, porque não sobraram unhas a espera dessa finalização!

Selo de Leitura:

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Crítica: As Crônicas de Della Tsang {Livro}


"A escuridão a cercou e demorou um segundo para ela perceber que estava de olhos fechados. Della tentou abri-los, mas a corrente de ar que passava por ela era tão forte que a obrigou a fechá-los novamente." ( Pag. 11)

"Della sentiu cócegas na testa e passou a mão ali para afastar a sensação. Então, as cócegas passaram para as costas da sua mão. Seus olhos se abriram com um sobressalto. As cócegas eram a respiração de alguém, suave e regular." (Pag.124 )


A Capa do livro segue o padrão da série, tendo efeito de 'laminado' (brilhoso) em toda a capa, a diagramação também segue o padrão do primeiro, capitulo simples, separados, letras medianas, folhas amarelas.
Um porém que preciso ressaltar é que a imagem da garota na capa não me agradou, pois ela não tem nada a ver com a Della, que é oriental. As capas originais me agradam bem mais, e combinam mais com a Della que conhecemos. Mas a capa brasileira apesar, desses pontos não deixe de ser bonita.

O livro é bem curtinho, você o lê numa sentada só. A narrativa, de C.C Hunter continua deixando-me inebriada, ela flui muito bem. É fácil, rápida e bem construída. Os personagens ao decorrer da história vão conquistando. Mesmo ambas histórias sendo curtinhas, não tem como não ficar apaixonada e curiosa tanto pelo caminho que a história segue quanto pelos personagens.

A principio pensei que o livro traria apenas o primeiro conto de Della, mas a editora, pegou os dois contos lançados da personagem e juntou num livro só, o que me agradou bastante.

Eu já havia lido Transformada na Calada da Noite, (Turned at Dark) mas não lembrava mais dele, e agora com sua releitura, consegui lembrar e preciso dizer que gostei muito da tradução da editora.
Os dois contos Transformada na Calada da Noite e Salva ao Nascer do Sol, me agradaram muito, mas entre os dois o segundo pra mim foi o favorito, pois adorei ver a relação de Della e Steve. 

Conto, Transformada na Calada da Noite: Quando Kylie Galen chega em Shadow Falls, Della conta a ela parte da história de como ela 'descobriu' ser uma sobrenatural. É essa história que vamos acompanhar neste primeiro conto, em que descobrimos como foi a transformação de Della em Vampira, o que 'ligou' o vírus adormecido e a transformou em uma Vampira, como também ficamos a par de um pouco da sua história com Lee.

Conto, Salva ao Nascer do Sol: Já neste conto, ficamos a par daquela missão citada na série Shadow Falls, (esqueci o exemplar que é citado) em que, Della vai com Steve a procura da gangue de vampiros, que estão a causar desordem e mortes de inocentes. Aqui ficamos sabendo mais da relação da Della e de Steve, e eu amei esse casal.

Os contos só me deixaram com mais saudade ainda da série Shadow Falls. A vontade de reler eles está gigante. Adorei o capricho da edição, como o fato da editora ter trazido os contos de Della para os fãs da série.

Selo de Leitura:

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Crítica: Timestorm {Livro}

"Atirei na tela da TV vários grãos de pipoca (...) enquanto o corpo congelado do pobre Jack afundava no oceano.
-É romântico - murmurou Courtney (...)
-Rose poderia ter dado um espacinho a ele em cima daquela tábua. Meio egoísta da parte dela, não acha?
Courtney riu."


O que Julie Cross fala de si: Eu sou o autor da trilogia sci-fi YA, a série Tempest (Imprensa de São Martinho). Eu também sou o autor do romance contemporâneo YA, Letters to Nowhere. Mas ainda mais importante do que o anterior, eu sou um fã de livros e um ávido leitor / revisor. Tenha em mente, contudo, que uma revisão é apenas a opinião de uma pessoa, uma perspectiva. Meu objetivo é mostrar tanto preconceito em meus comentários quanto possível, porque isso torna mais fácil para você decidir se a sua perspectiva é semelhante ao meu ou diferente. Todos os gostos são diferentes. Eu gosto de livros com emoção e credibilidade. Eu não me importo temas nervosos e pesados. Eu também gosto de humor e capricho. Eu gosto de personagens estranhos em situações estranhas.

Em relação ao material físico, a editora está de parabéns pelo trabalho. Gosto muito das capas da série, como da diagramação. Os agora estão mais quentes, sendo eles vermelhos e laranja. O casal continua na capa junto a imagem do túnel do tempo. Adoreiiiiii, mas não sei nem como explicar o quanto a capa me agradou! A diagramação segue o padrão dos dois primeiros volumes da série. As folhas são amarelas, a diagramação não é simples nem tão requintada, mas têm alguns detalhes que a deixam chamativa e bonita. A fonte é times de tamanho 12 se na me engano, sobre erros de português não encontrei muitos. O livro contém trinta capítulos Mais epilogo, sendo eles separados, mantendo o padrão de abertura de cada capítulo (com a lateral da folha de listas, e nome do capitulo escrito “Capitulo Quarenta e dois” + a data do acontecimento então passado na história, não em todos capítulos, alguns não mostram a data). 

Eu li aos poucos porque não queria terminar o livro numa sentada, queria aproveitar esse ultimo livro, degustando lentamente, para não sentir tanta, falta. Mas nem adiantou muito não, pois terminei Timestorm com saudade e vontade de ler os dois primeiros novamente.
Timestorm é o livro que encerra a série Tempest, sendo ela composta por Tempest (1 Livro) e Vortex (2 Livro). Tem mais um conto da série que quero muito ler, ainda não consegui, mas estou curiosa para ler "O Amanhã é agora".

A narrativa da autora continua bem 'gostosinha de ler', e me parece que neste terceiro volume ela flui melhor ainda. Sendo ela rápida e de fácil entendimento. A história está bem enlaçada com os dois primeiros livros da série, não vi lacunas a serem preenchidas, a autora amarrou os pontos que tinha deixado aberto e encerrou muito bem a sua série/trilogia. Os personagens estão bem construídos, e evoluíram muito bem aqui em Timestorm , o que me vez gostar mais ainda deles. Eles continuam chamativos, carismáticos e prendem a atenção do leitor, deste os principais aos secundários você se apega a todos eles. Encerrando a série ainda não sei se eu tenho um preferido, estou em dúvida ainda. E claro que o personagem principal (Jackson) é quem nos deixa apaixonada, nos prende e faz com que o amamos, mas o Agente Meyer, Adam, Manson, Emily, Black, Holly entre outros são personagens dos quais gostei muito, e isso que não comentei dos demais secundário. Enfim todos eles me conquistaram de alguma forma. 

Pode ser que minha opinião para alguns, possa ser exagerada demais, mas foi o que eu senti ao ler Timestorm. Aqui estão as impressões do que eu achei da história e de como ela me conquistou, desde o primeiro livro até o último. 

Recomendo a leitura dessa trilogia, eu amo ela, com toda certeza sempre vou lembrar dela agora, leia mesmo assim e tire suas conclusões próprias a respeito da série Tempest.


Selo de Leitura:

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Crítica sobre: Túneis da Morte {Livro}

"A mão de Jack moveu-se na direção do túmulo quase que por vontade própria, tocando a superfície sólida outra vez. O lampejo voltou, mais frio e forte dessa vez, e um desejo ardente de entrar na pedra fluiu das profundezas da sua mente e se espalhou pelo seu corpo."

Quando tinha 10 anos ele fez uma longa lista do que gostaria de alcançar na vida e uma de suas ambições entre se tornar astronauta e ser artista de história em quadrinhos estava escrever um romance. O plano era fazer isso antes de ter 13 anos, mas levou um pouco mais do que isso. O amor por HQs eventualmente levou o autor para uma direção diferente: uma carreira na animação. Ele trabalhou como animador em diversas franquias, como Perdidos no Espaço, além de jogos como Harry Potter e a Pedra Filosofal, Driver e na televisão em diversos programas do gênero. Finalmente chegando ao próprio estúdio de animação, o Qurios. Décadas após o aniversário de 13 anos ele finalmente completou seu primeiro romance. Ele vive no nordeste da Inglaterra.

Quando li a sinopse de Túneis da Morte já me interessei pelo livros, pois sou apaixonada por viagens no tempo, e como essa era uma viagem diferente das que conheço é claro que a minha curiosidade se aguçou e não resisti e tive que pedir ele para ler e resenhar aqui no blog. Assim que comecei a leitura já tinha me entendido com a narrativa do autor, mas como queria ler outros livros que já havia começa antes deste, fui deixando-o de ladinho para terminar as leituras, e você não imaginam a vontade que tive de desistir das leituras e correr logo para Túneis.

Enfim vamos começar a falar dele, sobre a arte gráfica e diagramação do livro o que eu achei: A capa não é feia (tirando o a lápide que não me agradou muito), eu gostei dela, mas sempre que eu a olho e depois de ter lido-o a minha visão para a capa é bem diferente, eu a vejo de uma forma diferente. Mas falando dessa capa.

Sobre a diagramação do livro, as folhas são amarelinhas, a fonte é times tamanho doze, os capítulos são separados, cada um com um título diferente contando no total com 31 capítulos. Não lembro de ter visto nenhum erro de português.

Túneis da morte, conta a história através da perspectiva de Jack, um garoto aparentemente normal, que acaba por cair em uma necrovia (túnel do tempo), e essa viagem o levará a inúmeras escolhas, lutas e a segredos familiares.

O autor consegue prender o leitor do começo ao fim, é aquela narrativa que passa tão rápido, quando vê você chegou ao fim, não querendo, mas chegou e aí o que sobra são os sentimentos de saudade, falta e de quero mais. Como perceberam, a narrativa do autor fui muito bem, é de fácil leitura, o que proporciona uma leitura rápida. O autor constrói uma ótima estória, bem estruturada, ela tem suas lacunas, mas estas são compreensíveis, pois o autor acredito irá respondê-las no próximo livro. Ouve momentos, em que queria saber mais a respeito de certos fatos, e isso ainda me deixou curiosa, espero ficar mais a par do que são, como é esses fatos, dos quais não vou dividir com vocês, porque aí sim estaria dando a vocês um belo spoiler.

Com relação a construção dos personagens. Como na sua narrativa o autor conseguiu não só construir bom personagens, como elaborou muito bem suas características. Tanto os personagens violões, mocinhos aos secundários, não teve um que não me conquistasse. Eu já estou com saudade do Jack e de suas viagens pelas necrovias. Não sei quando a editora planeja trazer o segundo livro, mas espero de dedinhos cruzados que não demore muito. E com esse comentário preciso dizer, que o Grupo pensamento, me agrada muito, pois as séries ou trilogia que acompanhei deles, não demoram para ser lançadas, ai não ficamos naquela angustia de esperar e esperar, e com isso acredito que o segundo livro de Necrovias logo estará por aqui, para meu deleite e de quem mais como eu gostou do livro.

Não sei se ainda preciso terminar minha opinião pedindo para que conheçam o livro, mas não vou resistir né. Então você como eu que gosta de ficção cientifica, viagens pelo tempo cheios de mistérios, ações e suspense, vai gostar muito de Túneis da Morte. Leia e conheça a história de Niel, e tirem vocês agora suas conclusões a respeito do livro!
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domingo, 7 de setembro de 2014

Crítica sobre: Fortaleza Negra {Livro}

"Diz a lenda que qualquer vampiro, por mais distante que seja de suas origens, sabe reconhecer um mestre, sem nem mesmo precisar olhar para ele. Acredita-se que os Mestres sejam seres antigos, com uma idade que gira em torno de dois mil anos."

"Meu coração batia tão forte que eu tinha medo que ele conseguisse escutar. Minha pele formigava e eu concluí que não precisaria de agasalho para volar para casa, pois meu corpo estava pegando fogo. O que estava acontecendo comigo?"


KEL COSTA é uma carioca que durante a faculdade de Interpretação Cênica descobriu seu amor pela escrita. Atualmente é estudante de Letras e blogueira, por amor à literatura. Viciada em romance e fantasia, é apaixonada por histórias de vampiros. Escreveu mais de trinta fanfics antes de dar início a Fortaleza Negra, o primeiro de uma trilogia. Para ser feliz, ela precisa de muitas doses de filmes, seriados, horas na Internet e seus cães correndo pela casa. Kel adora manter contato com seus leitores. Para falar com ela, basta procurá-la pelas redes sociais ou em seu site. 

E o que achei da capa e diagramação do livro??? Bom, normalmente gosto das capas dos livros que tenho recebido de parceria, ou os que compro da editora, mas com Fortaleza Negra, não aconteceu essa simpatia acabei não gostando muito da capa. Acredito que a história, merecia uma bela ilustração para a capa, pois o livro pede mais atenção nele. A diagramação está caprichadinha, as folhas são pólen (aquelas amarelinhas), o espaçamento é normal, a fonte é times, tamanho doze, os capítulos são separados, contando com quarenta ao seu total. Ao final do livro em folhas brancas (aquelas tipos revistas), encontramos algumas ilustrações com alguns personagens e paisagens da história.

Recebi de surpresa esse livro, e como não estava a par do que se tratava, e porque havia recebido, fiquei curiosa e fui procurar quem era a autora e fiquei encantada por saber que era uma autora nacional. Não encontrei muita informação sobre o livro e suas continuações, o que me deixou mais curiosa e assim iniciei a leitura de Fortaleza Negra.
Fortaleza Negra, é o primeiro livro da trilogia de mesmo nome. Aqui nessa primeira parte ficamos a par da história pela visão de Aleksandra Baker (Sasha) e Mikhail. A história se passa no ano de 2013, está repleta de lutas políticas e de espécies assim posso dizer, este mundo é comandado pelos mestres vampiros. Além do domínio vampiresco que os humanos sofrem, eles terão que se prevenir dos ataques dos mitológicos, estes adoram carne humana, e com este fator que prejudica a vida dos vampiros que 'usam' o homem, para seu alimento e prazer, e ai iniciamos o caminho pra conhecer a fortaleza negra e o mundo que Kel Costa criou.

Uma temática que mistura, seres sobrenaturais, mitologia e história aqui a Guerra Fria, não só isso, mas tramas, políticas, romance em uma fantasia que faz o leitor se aproximar e pender-se na história. Fortaleza Negra, também tem uma boa pitada de sensualidade, e momentos picantes.
A Narrativa de Costa é em primeira pessoa, algumas horas contada por Sasha, outros contada por Mikhail (adoro esse nome). A escrita da autora é concisa, tranquila e de fácil entendimento. A construção do mundo, dos temas de plano de fundo quando aos principais, e os personagens estão bem construídos/elaborados.

Quem gosta da temática, fantasia sobrenatural, vai encontrar em Fortaleza Negra uma gama de personagens interessantes, desde, vampiros, minotauros, centauros etc.. Para encerrar, Kel Costa, conseguiu com Fortaleza, uma boa estreia, me convenceu e deixou-me curiosa para continuação de sua história, como também me deixou apaixonada por seus personagens. 
Uma leitura, agradável, que aos pouquinhos foi me conquistando mais e mais. Como amante da temática fantástica e sobrenatural, preciso dividir com vocês que a autora conseguiu me agradar, e não decepcionou e sim me surpreendeu. Sinceramente não sei mais o que falar a respeito do livro, agora deixo a par de quem ficou curioso conhecer a escrita e história que Kel Costa criou.

Selo de Leitura:

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Crítica sobre: O Estranho Mistério das Quartas-feiras {Livro}

"O procedimento era simples. Tinha que olhar fixamente para o menino e recitar três palavras curtas. Mas precisava olhar e dizê-las com intensidade - com sentimento e vontade, maldade e malícia. Tudo estava como deveria ficar.
Eu. Escolho. Você."


Sou apaixonada por livros infanto juvenis, me divirto muito, como também adoro mergulhar nessas histórias. É sempre prazerosamente ler um livro deste gênero, e quando você se depara com um que te conquiste, te encanta o prazer é maior ainda. Quando vi que a Editora Jangada estava lançando este livro, já o coloca a na minha lista de pedidos para resenha, pois o nome, sinopse e capa prenderam minha atenção e eu o desejei muito conhecer essas história. 

Assim que recebi ele comecei a ler e que livro mais fofo, além de bom o material dele está de parabéns. A capa é misteriosa como o seu próprio nome. A escolha de tons e ilustrações para capa deram o ar que a história precisava, e combinaram perfeitamente com a temática do livro. Os tons de verde agradaram, a capa em sua totalidade esta envernizada (acho que é assim que chama o material lembrando a um plastificado? não). A diagramação interna, está linda, o livro possui várias ilustrações, o que deixa a acrescentar mais ainda a história e ao material físico. O tamanho da fonte é 12, sendo ela times e tendo um bom espaçamento, os capitulos são separados totalizando em 36 mais epilogo, as folhas são amarelinhas. Não encontrei erros de português e nem de digitação. A editora está de parabéns pelo capricho na edição.


O Estranho Mistério das Quartas-feiras, conta a história de uma vila pacata e cheia de mistérios, onde a Quarta-Feira só traz digamos azar pra quem a enfrenta. Nesta vila ficamos a par da história de Máximo, é através deste garoto esperto, criativo e divertido que conheceremos a história da vila, das quartas-feiras e dos mistérios que os rondam.

A narrativa, o tema e o envolvimento que o escritor consegue trazer ao leitor é muito bom, gostei na forma que ela narrou, o tema que criou, sem esquecer dos personagens, bem elaborados e divertidos.
E uma dúvida, será que, O Estranho Mistério das Quartas-feiras vai ter continuação ou é um livro único? Eu não encontrei sua continuação, por isso fiquei a me perguntar será que é um livro único. Como também a história foi tão boa e divertida que eu queria um pouco mais. Foi m impossível não se perguntar, o que as quartas-feiras fazem quando não é quarta-feira? E o que realmente aconteceu com as garotas e o número um? Essas duas perguntas me deixava. Pensar que pode se ter um continuação ou estou enganada? Enfim eu adorei a história e queria mais!

Não sei se essas duas palavras serão suficientes para expressar o quanto a história me conquistou, mas acredito que elas expressaram um pouco do que a história foi para mim, divertida e emocionante. Para qualquer idade, para quem quer se divertir, para uma tarde gostosa com uma leitura empolgante, conheça "O Estranho Mistério das Quartas-feiras".


Selo de Leitura:
Importante!! Pessoal, caso encontrem links com defeitos, avisem por comentário ou pelo e-mail: angelicapinheiropereira@gmail.com, para que possamos arruma-los.