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P.s: Este livro recebi da parceria que consegui neste ano de 2025 com a Editora ALEPH contudo quero ressaltar a vocês que mesmo sendo um material recebido de parceria minha opinião é de coração e sincera sobre o que eu achei da história.
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Demorei um pouquinho para ler ele e um dos motivos foi que a casa está em construção então não consegui para muito tempo, o tempo estipulado para lê-lo após o recebimento acabou por ser mais curto e só conseguia pega-lo para ler a noitinha o que me deixou com menos tempo para leitura dele, que por ser uma leitura de parceria dou prioridade e acabo lendo pelo decorrer do dia, mas que não consegui fazer com ele e com isso acabei estendendo um pouco mais os dias de leitura dele. MAS deixando de lado os dias corridos ENFIM vamos ao que achei da leitura de "Senhor da Luz":
A história mistura religião, filosofia e ficção científica de um jeito muito diferente e por se passar por todos esses temas acaba que às vezes ele acaba sendo confuso e causa um pouco de estranhamento até que conseguimos nos ligar mais a história e compreender mais o que o autor está querendo nos contar a história vai ficando boa, boa e melhorando cada vez mais.
Como comentei o "Senhor da luz" é uma mistura de fantasia e ficção científica, mas pra mim senti muito mais como fantasia, a parte cientifica estava ligada com a tecnologia no decorrer da história fazendo parte da ambientação.
Gostei dos personagens conforme ia lendo ia gostando mais e mais deles e querendo saber mais sobre cada um, o que me levava a internet para pesquisar mais sobre esses deuses. Dentre os personagens um me intrigou que é o Tak que também é filho de Sam, mas eu não conseguia parar de relacionar ele com o Wukong por ele ser um Símio.
Gostei muito dos personagens e uma das coisas que chama atenção é o fato de que os personagens tem o costume de mudar de nome e até de sexo entre as sucessivas trocas de corpos. O personagem principal é Sam, também chamado de Mahasamatman ou “Senhor da Luz” ou mais conhecido por nós(o que eu acredito) como Buda.
Aqui acompanhamos Sam que tenta trazer luz e liberdade num mundo preso à ilusão onde outros deuses ou 'pessoas' que possuem poderes incríveis e praticamente vivem para sempre usam a tecnologia avançada para dominar as pessoas até que Sam retorna e começa a desafiar o sistema para mostrar a eles a verdade e assim tentar libertá-las dessa dominância e mostrar que esses deuses são só humanos com poder demais. Para conseguir Sam vai usar de palavras, sabedoria e quando precisar até da guerra para conseguir realizar seu objetivo.
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Assisti o filme "Forrest Gump: O Contador de Histórias" de 1994 a muitos anos e foi um filme que me marcou muito e até hoje é um filme que se revejo gosto muito e este é um filme que eu não tinha ideia que era baseado em livro, pra mim foi surpresa quando descobri sobre o livro e mais surpresa ainda quando recebi da editora ele junto com meu pedido do mês e agora estou aqui registrando minha opinião sobre o que eu achei do livro.
É pela forma de como ele fala da narrativa com frases simples, vocabulário limitado, concordâncias incompletas que compreendemos o que o autor quer transmitir. Vocês podem não concordar, mas conforme eu lia o livro e ia conhecendo Forrest no livro acabei lembrando do Charlie do livro "Flores Para Algernon", não consegui pensar nele.
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O livro é lindo demais, o tons da paleta de cores as imagens escolha da fonte me agradaram muito e não só capa e sim da contracapa, ambos estão lindos demais. O livro é de capa dura, as folhas são amarelinhas e a diagramação está muito caprichada e não encontrei erros de português.
A história se passa na Londres do pós-Segunda Guerra Mundial, onde acompanhamos Denis um jovem de 18 anos que tenta sobreviver no caos de Londres. Ele trabalha em um sebo de livros e em certo momento ele encontra um livro que não deveria existir na sua realidade já que este trás a história de uma Londres secreta e agora para manter a existência de Londres ele precisa devolver esse livro para o seu tempo para que assim evite que as duas realidades se colapsem.
"Todo som, toda sílaba se evanesce, borbulhante, em sussurros líquidos a uma distância aural: Você está na Londres real, nos índices da Charing. Não está mais na Londres Curta"
A narrativa é bem descritiva, lenta o texto é muito bem escrito o que mostra um rico domínio sobre a linguagem, mas que acaba precisando de uma atenção maior com o texto. E aqui vai um ponto, pois quem não gosta de extensas descrições não vai gostar do texto de Moore, pois ele esmiúça muito sua história.
Confesso que o prólogo foi confuso e difícil demorei para conseguir me conectar coma história. Até pensei várias vezes que eu devia ser muito burra para não estar entendendo, por não estar conseguindo seguir com mais facilidade em frente.
Pontos positivos: O capricho da edição preciso falar novamente sobre isso, o mapa no inicio do livro (amo mapas) a forma criativa e rica que o autor trás para a história. A criação dos personagens, mas principalmente a criação da Londres longa e a Londres atual me deixou embasbacada com a criatividade do autor, mesmo que em grandes partes da leitura eu tenha me sentindo confusa não têm como não falar que a criação desse mundo é fantástica.
Pontos negativos, pra mim eu senti falta de algumas notas ou um glossário para ajudar em algumas pontos como o da cultura londrina que pra mim é muito novo além de algumas palavras que não conhecia e precisava parar a leitura para pesquisar a respeito e entender melhor a história. A trama é resolvida de forma corrida.
"Knuckleyard mexe a cabeça de um lado para o outro numa postura aterrorizada de negação...ao examiná-las vê que as coisas possuem apenas cinco patas, então mais para estrelas-do-mar articuladas do que pra aranhas, com membranas preta e reluzente estendida entre casa membro...sumindo e tinindo, procurando agarrar-se às laterais daquele chiqueirinho subterrâneo."
A Londres a que Dennis vive e a que o livro pertence chamada de "Londres Longa, Londres Real ou O Grande Durante" é totalmente diferente cheia de misticismo e surrealismo. Pra mim as duas Londres ao mesmo tempo que foram instigante foram confusa, como comentei lá no prologo em outras partes do livro me senti perdida, confusa e até me senti burra por não estão conseguindo compreender a história em sua totalidade.
O livro que Dennis encontra é o item que consegue lever ele para a "Londres Longa", com isso posso dizer que é por esse meio que ele viaja no tempo, para um tempo totalmente diferente? Eu levei essa mudança de viagem no tempo.
A realidade paralela na Londres longa ou Grande Durante não existe diferença em ficção e realidade tudo pode acontece, pois tudo é real e isso é o mais maluco e fantástico desse mundo. Um ponto positivo é que quando vamos para outra Londres a diagramação muda e o texto fica itálico, e mais um ponto a ressaltar é que essa Londres desculpa é muito fumada.
E sobre os personagens, gostei muito de Dennis ele conseguir me tocar me prender e torcer por ele no decorrer do avanço da história. Já com Ada pé na cova ao mesmo tempo que acho um personagem muito bem construído eu peguei ranço com essa mulher.
"Dennis deu uma risada, ao mesmo tempo que estava atordoado de estarrecimento por dentro. Exceto na primeira vez que os dois tinham se encontrado, quando Clive ligou para a Livros & Revistas de Lowell pro acaso, nunca vira o amigo estiloso se afastar tanto dos tribunais."
Quando vi o subtítulo "Long London 1" pensei que esse seria o primeiro livro de uma série, mas não "O Grande Durante" não é uma série é o que encontrei na divulgação dele, mas pesquisando parece que ele é uma série sim chamada "The Long London Quintet". Ainda tenho dúvidas, mas vamos esperar e ver se vai ter continuidade, por enquanto este primeiro livro vai trazer na história de fantasia urbana. Se vocês tiverem mais informações a respeito deixem nos comentários.
Preciso admitir que em partes foi uma leitura desafiadora, houve momentos que pensei que não conseguira avançar, outros que me senti perdida, mas outros que fiquei maravilhada com esse mundo criado por Moore.
Mesmo não tendo dado cinco estrelas ou favoritado isso não significa que achei ruim, mas sim como a leitura foi pra mim, pois como comentei eu demorei a me conectar com a história, a narrativa em vários momentos me atrapalhou e por isso da minha avaliação, contudo eu gostei muito da história. Sabe aquela relação de amor e ódio, pois em muitos momentos eu me diverti outros não e apesar disso eu amei a história. E mesmo com esses pontos eu recomendo a leitura, pois você precisa conhecer o "Grande Durante".
Agora fica uma pergunta que me deixa encasquetada é como não se fala mais desse livro O_O Não da pra entender como você não vê ninguém indicando, colocando na lista de desejados um livro com uma temática interessante, mas tão pouco falada.
Conheço o autor, mas nunca li nada nem quadrinhos nem outros livros, só assisti a suas adaptações. Esse é minha primeira experiencia lendo seu trabalho além de ser o primeiro livro de fantasia urbana e apesar dos pontos negativos que ressaltei foi um excelente livro e um ótimo começo para começar esse tipo de fantasia.
Se você gosta de fantasia urbana, ficção cientifica e claro os outros trabalhos do autor tenho certeza que vai amar 'O grande durante".





Se você quer ler primeiro "Jurassic Park" e não quer tomar um spoiler do livro recomento a você que não leia a sinopse desse e a partir desse ponto não leia, pois não têm como comentar sobre a história desse segundo livro sem falar do primeiro.
Desta vez vamos para outra ilha, aqui vamos acompanhar a história se passa na ilha Sorna, lugar que foi criado para testes e para as criações dos primeiros dinossauros antes de enviar eles para a ilha Nublar. Neste livro o protagonista é Ian Malcolm e como no primeiro você vai encontrar suas reflexões e pensamentos sobre a vida, sobre ciência e teorias.
Diferente do primeiro livro demorei bastante para engajar na leitura e não é porque achei ruim ou não gostei, o problema é que eu fui querendo logo a emoção do encontro de Ian e os novos personagens com os dinossauros. Pra mim as 142 páginas iniciais forma mais demoradinhas para ler, mas depois foi ótimo a ação pelo menos pra mim começou junto com a empolgação novamente de estar na ilha com os dinossauros.
O enredo do livro é mais complexo e com mais detalhes científicos do que o filme. Não deixei de amar os filmes ainda tenho muito carinho e nunca vou enjoar de assistir, mas a visão que o livro dá a riqueza de detalhes da história fazem com que goste mais ainda dessa história.
O livro apresenta Lewis Dodgson como um vilão, já tivemos um pouco dele no primeiro livro contudo aqui ele está mais ameaçador do que no primeiro livro e até de como ele foi retratado no filme.
O livro é muito mais sombrio que o filme, o enredo é muito mais complexo repleto de referencias a detalhes científicos.
Abaixo deixo algumas comparações com a adaptação do livro, do que é diferente um do outro. Bom do que eu lembro, devem ter mais, mas essas são as que eu consegui lembrar
🦖Como no primeiro a forma como os dinossauros são escritos é bem diferente, pois para deixar os dinossauros assustadores no filme eles tiraram suas características de cores.
🦖No filme eles vão para a ilha capturar os dinossauros para um novo parque na cidade, aqui nada disso acontece, pois apesar de ter um grupo querendo a posse dos dinossauros a intensão é outra e sim criar eles para caçadores, para diversão de matar além de usar para experimentos.
🦖No filme quem faz o papel de Lewis Dodgson é Peter Ludlow que no filme ele é sobrinho de John Hammond enquanto no livro Dodgson é chefe de pesquisa da Biosyn.
🦖Kelly como comentei não é filha de Malcolm, mas no filme ela é e o que ela têm de parecido com a personagem do livro é só o nome. Arby Benton nem existe no filme, nem referencia, nadinha!
🦖As crianças viajam clandestinamente e isso é a única coisa que pode dizer que acontece parecido com a criança do filme.
🦖Eddie é jovem no filme ele é retratado de forma mais velha além de que a forma como ele morre é diferente no livro(Velociraptores) e no filme(Tiranossauro).
🦖O T-Rex permanece na Ilha Sorna no livro enquanto no filme todas as cenas em San Diego são invenções.
"Sente a luz do sol em sua pele? Isso tudo é real. Está vendo todos nós, juntos? Isso é real. A vida é maravilhosa. É um dom estar vivo, ver o sol e respirar o ar."
Eu não odiei o livro eu gostei muito, mas ele não conseguiu ser favorito como o primeiro conseguiu. Ao terminar fiquei me perguntando da escolha de escrever esse segundo livro como também da escolha de Ian como protagonista, pois achei ele apagado para um personagem que ao meu ver vai carregar a história, contudo o que mais me incomodou foi a sua personalidade que mudou ele está mais de boa com os dinossauros quer até estudá-los sendo que no primeiro livro ele tinha teorias sempre de como tudo isso era errado e que não terminaria bem.
Por fim se recomendo a leitura de "O Mundo Perdido" com toda certeza é um belo e gigantesco sim. Leia e depois assista o filme para ver as mudanças, mas também para enriquecer mais ainda a história caso não esteja lembrando as diferenças do filme e do livro.









